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  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Revista Moda Fhits + Estadão: Atitude 70’s

    A italiana Pucci, reconhecida por suas estampas icônicas geométricas e multicoloridas, encontra a beleza tropical da brasileira, a força e o frescor para inspirar as mais novas versões de amarrações de lenços da temporada Fotos: Jacques Dequeker Edição: Fhits Faixa R$ 1.900 sobre lenço R$ 2.200 e faixa amarrada no braço R$ 1.000, todos Emilio Pucci. Brinco e anel, ambos Ana Rocha & Appolinario (preço sob consulta). Blazer Brunello Cucinelli R$ 16.700. Bota Paula Torres – R$ 985   Em sentido horário: Foto 1, Anel R$ 12.900 Ana Rocha & Appolinario. Calça R$4.200 com Blazer R$11.300, ambos Emilio Pucci. Lenço Emilio Pucci – R$ 1.980; Foto 2, Lenço Emilio Pucci – R$ 2.200. Anel R$4.900, Ana Rocha & Appolinario. Pelerine Blazer Gloria Coelho – R$ 3.256,97; Foto 3, Lenço Emilio Pucci – R$ 4.700. Piercing triplo com corrente de Ouro R$ 4.900, Brinco Anzol 6 Elos de Ouro R$ 4.900 e anel R$ 3.900,00, todos Ana Rocha & Appolinario. Capa R$ 16.700, camisa R$ 6.500, shorts (sob consulta) tudo Dolce & Gabbana. Mule Paula Torres – R$ 645; Foto 4, Lenço amarrado no cabelo R$ 1.000 e lenço voando R$ 4.000, ambos Emilio Pucci. Piercing 7 pérolas em ouro R$ 1.900, piercing callas de ouro R$ 3.600, brinco 5 pérolas botão de ouro e piercing gaivotas pérolas de ouro R$ 9.900, usado como anel, todos Ana Rocha & Appolinario; Blazer R$10.500 sobre camisa R$2.790 com calça R$4.050, tudo Salvatore Ferragamo Foto 1, Lenço Emilio Pucci R$ 1.500,00. Brinco esfera diva de ouro R$ 5.900 com pingente rabixo diva de ouro R$ 2.900 e piercing infinito corrente de ouro R$ 4.900, usado como anel, ambos Ana Rocha & Appolinario. Camisa Fendi R$ 5.600; Foto 2,  Brinco R$ 12.900, Ana Rocha & Appolinario. Lenço usado como blusa R$ 2.300, lenço azul R$ 2.000, lenço rosa R$ 2.200, ambos voando, todos Emilio Pucci. Jaqueta R$ 1.998 e calça R$ 1.058, ambas Lafort. Sandália Vicenza R$ 449,90 Lenço Emilio Pucci R$ 2.100. Anel Ana Rocha & Appolinario (preço sob consulta). Vestido gorro Andreza Chagas para Glória Coelho R$ 1.819,97 Direção Criativa: Fhits/ Styling: Alexandre Dornellas/ Produção de Moda: Vanessa Bardac/ Assistente de Produção de Moda: Larissa Salinas/ Beleza: Renato Mardonis/ Assistente de beleza: Lucas Lobo/ Assistentes de fotografia: Fabiano Pedrollo e Bruno Bralfper/ Retoque: Montanha Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Revista Moda Fhits + Estadão: Na cor da pele

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  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO: BACK TO BLACK

      Básico, clássico, icônico. São muitos os apelidos dados a cor que pontua há 80 anos a história da moda. Se Coco Chanel levou o preto ao patamar da elegância, quando disseminou a cor em roupas, inclusive,inspiradas nas vestimentas das freiras do austero convento onde cresceu, em Aubazines (tema de sua coleção de verão 2020, por Virginie Viard), Yves Saint Laurent também levou a tonalidade escura para os smokings que migraram para o guarda-roupa feminino. Décadas mais tarde, Dolce & Gabbana trouxe a sua mulher siciliana para a passarela, a bordo de conjuntos e vestidos rendados da cor, com direito até a véus. Para essas grifes, o preto é uma certeza, e isso parece ter voltado novamente às passarelas internacionais nesta temporada.     Reforçando a ideia, o inverno 2020 comandado por Domenico Dolce e Stefano Gabbana apresentou 62 looks (dos 121 desfilados) com foco no preto. Crochês e tricôs, que retratam o fatto a mano, fizeram parte da celebração da dupla ao trabalho dos artesãos – a tradição italiana como temática para a coleção. Até o shape emblemático da grife, com cintura marcada e decote princesa em vestidos com fendas, vem no tom icônico – uma diversidade de versões e materiais que envolvem o conceito do “black look”. Já na Chanel, Kaia Gerber, nossa cover-girl, chamou a atenção com seu vestido preto com estrutura off-shoulders e mangas presunto, em meio a um cenário minimalista. De acordo com Virginie Viard, diretora criativa da maison, a escolha pelo cenário simples (e muito chique, claro) foi basicamente para deixar o foco apenas para a roupa. E assim foi. Uma apresentação que mostrou a cor em versões monocromáticas ou contracenando com sua dupla preferida: o branco. Na Balenciaga, um dos desfiles mais falados da temporada por sua apresentação imersiva, os 15 primeiros looks, dos 120 desfilados, são all black, e 66 têm o preto como tom principal. O conceito do preto como poder e austeridade demonstra uma constante observação do estado do mundo. O preto dos novos anos 20 traz força e feminilidade, esta antes atribuída, principalmente, ao rosa. A pergunta que fica é: será que “black is the new pink”? Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Revista Moda Fhits + Estadão: A primeira carta de Moda chega em tempos únicos

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  • Revista Moda F

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    A italiana Pucci, reconhecida por suas estampas icônicas geométricas e multicoloridas, encontra a beleza tropical da brasileira, a força e o frescor para inspirar as mais novas versões de amarrações de lenços da temporada Fotos: Jacques Dequeker Edição: Fhits Faixa R$ 1.900 sobre lenço R$ 2.200 e faixa amarrada no braço R$ 1.000, todos Emilio Pucci. Brinco e anel, ambos Ana Rocha & Appolinario (preço sob consulta). Blazer Brunello Cucinelli R$ 16.700. Bota Paula Torres – R$ 985   Em sentido horário: Foto 1, Anel R$ 12.900 Ana Rocha & Appolinario. Calça R$4.200 com Blazer R$11.300, ambos Emilio Pucci. Lenço Emilio Pucci – R$ 1.980; Foto 2, Lenço Emilio Pucci – R$ 2.200. Anel R$4.900, Ana Rocha & Appolinario. Pelerine Blazer Gloria Coelho – R$ 3.256,97; Foto 3, Lenço Emilio Pucci – R$ 4.700. Piercing triplo com corrente de Ouro R$ 4.900, Brinco Anzol 6 Elos de Ouro R$ 4.900 e anel R$ 3.900,00, todos Ana Rocha & Appolinario. Capa R$ 16.700, camisa R$ 6.500, shorts (sob consulta) tudo Dolce & Gabbana. Mule Paula Torres – R$ 645; Foto 4, Lenço amarrado no cabelo R$ 1.000 e lenço voando R$ 4.000, ambos Emilio Pucci. Piercing 7 pérolas em ouro R$ 1.900, piercing callas de ouro R$ 3.600, brinco 5 pérolas botão de ouro e piercing gaivotas pérolas de ouro R$ 9.900, usado como anel, todos Ana Rocha & Appolinario; Blazer R$10.500 sobre camisa R$2.790 com calça R$4.050, tudo Salvatore Ferragamo Foto 1, Lenço Emilio Pucci R$ 1.500,00. Brinco esfera diva de ouro R$ 5.900 com pingente rabixo diva de ouro R$ 2.900 e piercing infinito corrente de ouro R$ 4.900, usado como anel, ambos Ana Rocha & Appolinario. Camisa Fendi R$ 5.600; Foto 2,  Brinco R$ 12.900, Ana Rocha & Appolinario. Lenço usado como blusa R$ 2.300, lenço azul R$ 2.000, lenço rosa R$ 2.200, ambos voando, todos Emilio Pucci. Jaqueta R$ 1.998 e calça R$ 1.058, ambas Lafort. Sandália Vicenza R$ 449,90 Lenço Emilio Pucci R$ 2.100. Anel Ana Rocha & Appolinario (preço sob consulta). Vestido gorro Andreza Chagas para Glória Coelho R$ 1.819,97 Direção Criativa: Fhits/ Styling: Alexandre Dornellas/ Produção de Moda: Vanessa Bardac/ Assistente de Produção de Moda: Larissa Salinas/ Beleza: Renato Mardonis/ Assistente de beleza: Lucas Lobo/ Assistentes de fotografia: Fabiano Pedrollo e Bruno Bralfper/ Retoque: Montanha Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • NYFW: Carolina Herrera, Oscar de La Renta, Jason Wu Collection e Self-Portrait

    Na semana passada, foi dado o start ao calendário fashion. Nova York, a primeira cidade anfitriã, já mostrou a que veio nesta temporada de Fall 2020. Algumas marcas já apresentaram suas coleções com surpresas, trazendo verdadeiros desejos aos olhos das fashionistas – e, além disso, mostrando tendências e um amadurecimento nas criações. Afinal, estamos falando do paraíso do consumo de moda. Quem começou com suspiros atrás de suspiros foi Carolina Herrera. A grife, sob comando do estilista Wes Gordon, apresentou silhuetas elegantes e confortáveis em linha A, com marcação na cintura ou volumosos. Os vestidos surgiram em formato de ponchos; as clássicas camisas ganharam shape masculino e vazados florais e algumas peças trouxeram sobreposições e brincadeira de camadas superfemininas. Na cartela de cores, além do tradicional black and white, o estilista investiu nas versões elétricas do amarelo, vermelho, pink, azul e tangerina. As Fhits stars Natasha e Nicole Pinheiro estiveram no The Shed, espaço de artes onde aconteceu o desfile Já na passarela da Oscar de La Renta, antes de tudo, atenção para o balonê. E estamos falando de um dos shows de maior importância (e tradição) quando falamos sobre sofisticação. Se apareceu na série de vestidos longos ou curtos, acredite, é hit! Há modelos assimétricos, tanto no decote e alça quanto nas saias, mas o melhor é a construção feita nas saias. O volume é trabalhado de diversas formas e, inclusive, brinca com a ideia de fendas. O melhor é como a dupla Laura Kim e Fernando Garcia desenvolve as peças com uma dose generosa de frescor e modernidade. Plumas, transparências e camadas. O inverno de Jason Wu se resumiu a bons e ricos detalhes. Claro, para um estilista acostumado com o red carpet, são informações que resumem bem sua elegância contemporânea. Há tanto visuais noturnos quanto propostas perfeitas para o dia – não são looks necessariamente casuais, mas do nível “arrumado”. A cartela de cores é a responsável por dar ainda mais força às texturas e efeitos nos materiais. Há tons claros, fluorescentes, elétricos, escuros e neutros, com uma combinação de elementos marcantes. Se há uma palavra que pode definir o Inverno 2020 da Self-Portrait, sem dúvida, é futurismo. Diferente das temporadas anteriores, o estilista Han Chong deixou os babados e rendas para o passado e trouxe peças envernizadas, com shape justo, e ombros bem ajustados. Os destaques ficam por conta do contraste de comprimentos, alguns vestidos e trench coats são alongados, outros são curtíssimos. Na ala das calças, a cintura sobe e o efeito do verniz segue como o elemento-chave para visuais monocromáticos. E ainda há mais desejos pela frente. É incrível como a moda consegue nos surpreender a cada temporada. O melhor é ver que os criadores estão dispostos a nos trazer o melhor – sempre! Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Oscar 2020: The best looks

    Um início de ano marcado por grandes passarelas. Além das semanas de moda, o red carpet é o espaço onde as grandes estrelas desfilam seus looks glamurosos e cheios de sofisticação para uma noite cheia de surpresas. Na noite de ontem, as estrelas surgiram com longos de fazer as fashionistas suspirarem! Ao contrário do pink claro visto em predominância no Golden Globe, desta vez, as cores vibrantes, metalizados e o preto deram o recado de que há vida, serenidade e força por trás de cada criação. Na ala dos brilhantes, paetês e cristais Swarovski foram os protagonistas dos visuais escolhidos por algumas celebridades. De um lado, Geena Davis com seu longo all black, com decote V profundo e saia com uma brincadeira de transparência e bordado. Veja como o look monocromático preto ganha novas proporções quando reúne diferentes texturas. Já Brie Larson optou por uma opção em tom rosa claro, fenda e mangas longas da francesa Céline. Janelle Monáe apostou no modelo prata da Ralph Lauren, com um tipo de capuz elegante e com uma curiosidade. A peça tem cerca de 168 mil cristais bordados. Scarlett Johansson investiu em um vestido acetinado, com sobreposição de fios prata, que cobriram a parte superior da peça. Entre os neutros claros, Renée Zellweger surgiu a bordo do assimétrico all white da Armani Privé. As produções de cores impactantes deram o ar da graça de um jeito cool e sofisticado. Kristen Wiig vestiu o longo vermelho Valentino, com babados laterais e cintura marcada; Saoirse Ronan cruzou o tapete vermelho com decote V, nas cores preto, marfim e lavanda; e Florence Pugh elegeu o vestido com camadas, camaleão azul-verde, assinado pela Louis Vuitton. All black: Chanel x Dior. Do lado das “Coco Girls”, Margot Robbie com seu modelito vintage criado em 1994 e Penelope Cruz e seu longo volumoso, com aplicação de uma camélia branca, inspirado em um vestido criado pela maison na década de 1950. No caso das Diorettes, Natalie Portman escolheu o vestido coberto por bordados dourados, sobreposição e transparência, e uma capa preta com ares de alfaiataria masculina – e um detalhe impactante. No interior da lapela da gola, os nomes de Lulu Wang, Lorene Scafaria e Greta Gerwing, como forma de homenagem às mulheres que não foram indicadas à premiação deste ano. Charlize Theron surgiu em um black dress, que combina fenda, cauda e decote one-shoulder-off. Uma noite com visuais dos sonhos. É quando a moda encontra o cinema. E nós encontramos diversas referências, seja para criar looks impecáveis ou nos inspirar no nosso dia a dia. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Sweet hit: as plumas na coleção de Paula Torres

    Já comentei em alguns dos meus posts no Instagram do F*hits sobre a força da Belle Époque dos anos 2000. É como se estivéssemos vivendo uma nova versão da década de 1920 – mas, exatamente, um século depois. Isso porque alguns dos grandes hits da época estão com força total na moda. Entre eles está a pluma, material que pertenceu às vestimentas das melindrosas, as mulheres jovens que seguiam um instinto para revolucionar o comportamento feminino. As plumagens também remetem ao estilo boudoir com leveza e feminilidade. No meu look, apostei na sandália Frances, da shoemaker brasileira Paula Torres, em couro metalizado verde, com tiras frontais finas, salto baixo bloco e aplicação de plumas no fechamento. Repare no contraste entre materiais, que dá um toque cool e sofisticado na mesma medida. Já a nossa star Natasha Pinheiro, eleita para ser o rosto da nova campanha da marca, realizou o shooting com a sandália grafite com um contraste moderno e elegante em um cenário encantador – o icônico rooftop do edifício Acaiaca, em Belo Horizonte. Além das plumas, o glamour fica por conta de brilhos e couro metalizado. Na cartela de cores, há também vermelho e terroso, dupla que traz personalidade mais marcante e urbana para a coleção. O par ideal para ser o ponto de cor e luz de visuais do nosso dia a dia – sejam eles casuais, monocromáticos ou evening dress code. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend hits: Peças com Acrílico

    Algumas tendências parecem ganhar ainda mais os fashionistas. Até as que eram consideradas “temporais” deixaram de pertencer a uma época específica. Entre elas está o salto acrílico. Na semana passada, escolhi um par perfeito para a sexta-feira, que criava uma combinação cool entre a estética futurista da transparência com detalhes clássicos. As mules tinham o shape ankle, com tiras finas de couro que lembram as construções das sandálias gladiadoras, e estrutura do salto geométrica, o que deu sustentação e conforto na hora de andar. Uma combinação especial de características que faz do calçado uma peça bold do visual. Durante a década de 1960, o acrílico estava intimamente ligado à sensação de futuro e modernidade. Pierre Cardin, Paco Rabanne e Courrèges eram os principais nomes que apostavam neste movimento estético e, com o passar dos anos, foram ganhando título de inspirações para as grandes marcas. Em 2015, a tendência teve um boom. De Dior, por Raf Simons, a Maison Margiela com John Galliano, botas, sandálias e sapatos Mary Jane surgiram nas passarelas com suas versões de saltos de acrílico, com um certo ar de atemporalidade e elegância. A partir de então, eles saíram de cena apenas de produções pontuais para fazer parte de looks casuais também. Nas últimas temporadas, três marcas investiram nas propostas marcantes – e já levaram seus hit shoes para a lista de desejos das it-girls. Enquanto Marc Jacobs optou por um scarpin completamente transparente – batizado de Naked Heel –, Rick Owens usou o material para brincar com texturas nas botas de plataforma. Já a Balmain, que preferiu seguir o mood power women, trouxe o salto em uma composição sofisticada e urbana – acrílico versus verniz em preto e branco. Um mix que permite levar o calçado para diversos cenários. Mas, claro, sempre com aquela dose cool, futurista e retrô na mesma medida. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Haute Couture Hits: Dior Couture Spring 2020

    “What if women roled the world?”. A pergunta já nos dava a entender que Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, ia trazer mais uma das suas revoluções feministas para a passarela. Revoluções porque ela é do tipo de criadora que desenvolve uma coleção pensando na mulher contemporânea e nos seus desafios. Para o Spring Summer 2020, ela trouxe a artista feminista @Judy.Chicago, que foi a responsável pelos painéis levantando sobre uma série de questões, entre eles a violência. Cada um deles foi bordado por garotas de uma escola na Índia apoiada pela maison francesa. gora, falando sobre as roupas, Maria Grazia trouxe o que mais sabe fazer: hits! A abertura foi a modelo queridinha de Chiuri, Ruth Bell, a bordo de um vestido dourado coberto por franjas, já entregando uma inspiração grega. Na sequência, um conjunto prata. Por aí, já era de se esperar que a passarela mostrasse peças vaporosas e marcantes que, além da cartela metalizada, contou com detalhes como o shape peplum, camadas, plissados, sobreposições, franzidos e uma brincadeira de transparências que está sempre presente nas coleções da Dior. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Haute Couture Hits: Ralph & Russo Couture 2020

    Revisitar seus grandes ícones foi o caminho traçado pela Ralph & Russo para o seu Verão 2020. Afinal, após completar uma década, com muitas adeptas das suas construções luxuosas e superfemininas, foi a vez da dupla australiana Tamara Ralph e Michael Russo investir dez versões de seus principais looks. Há drapeados em vestidos longos, tailleurs de crepe de seda com brilho líquido, flores estruturadas, ternos couture, organzas pintadas à mão, volumes e, claro, plumas! Vi interpretações modernas e jovens, repletas de movimento e uma sofisticação surpreendente. Além dos materiais e modelagens, a cartela de cores reuniu tons pastel, entre eles o rosa, azul cobalto, neutros e tonalidades fluorescentes fizeram parte de uma passarela que celebra clássicos de uma marca que cada vez mais cria desejos e, sem dúvida, mantém a alta costura ainda mais viva. A história de Tamara Ralph e Michael Russo se aproxima do que conhecemos como conto de fadas. Afinal, a dupla, que se conheceu em solo inglês, iniciou pelo caminho contrário – da Alta Costura foram para o Prêt-à-Porter – há 10 anos. Ela é diretora criativa. Ele é o CEO. Suas peças luxuosas, que hoje encantam de Angelina Jolie ao clã Jenner-Kardashian, são ricas em bordados, detalhes nada óbvios de volumes, franzidos e aplicações feitas à mão, com uma mistura fina de romantismo e elegância moderna. Seus vestidos estão entre os mais requisitados do red carpet e, tanto Tamara quanto Michael, não abrem mão de acompanhar de perto cada etapa da criação. Da minha parte, uma experiência muito especial. Durante a temporada de Spring 2018, a nossa Fhits star Camila Coelho encerrou a passarela a bordo de um vestido de noiva dos sonhos. Na coleção recém desfilada pela Ralph & Russo, as modelos surgiram com penteados que trabalharam volume na raiz e o acessório preso no cabelo solto, inclusive, com sobreposição de mechas. Um elemento que promete ser protagonista não só das passarelas de Couture, mas, tudo indica, que vai ganhar espaço importante no street style também. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Haute Couture Hits: Dior Spring 2020

    “What if women roled the world?”. A pergunta já nos dava a entender que Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, ia trazer mais uma das suas revoluções feministas para a passarela. Revoluções porque ela é do tipo de criadora que desenvolve uma coleção pensando na mulher contemporânea e nos seus desafios. Para o Spring Summer 2020, ela trouxe a artista feminista @Judy.Chicago, que foi a responsável pelos painéis levantando sobre uma série de questões, entre eles a violência. Cada um deles foi bordado por garotas de uma escola na Índia apoiada pela maison francesa. gora, falando sobre as roupas, Maria Grazia trouxe o que mais sabe fazer: hits! A abertura foi a modelo queridinha de Chiuri, Ruth Bell, a bordo de um vestido dourado coberto por franjas, já entregando uma inspiração grega. Na sequência, um conjunto prata. Por aí, já era de se esperar que a passarela mostrasse peças vaporosas e marcantes que, além da cartela metalizada, contou com detalhes como o shape peplum, camadas, plissados, sobreposições, franzidos e uma brincadeira de transparências que está sempre presente nas coleções da Dior. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend Hits: Headscarf

    É incrível como a memória afetiva nos mantém conectados com o passado – deixa com a gente momentos, imagens e elementos que, aos serem trazidos para o presente, têm um impacto tão positivo em nossa vida. Enquanto estive de férias, recarregando as energias na Bahia, me inspirei nas faixas e lenços muito usados por minha mãe, Maria Alice, nas décadas de 60 e 70. Cresci indo à praia com ela, sempre vendo os headscarves que não saiam de sua cabeça. Durante a viagem, mergulhei nessa referência vintage com lenços Hermès e Pucci e fiquei muito feliz com o resultado! Há algumas temporadas, esse elemento que carrega um perfume dos anos 60 tem ensaiado seu retorno, dando as caras nas passarelas de marcas como Kate Spade New York, JW Anderson e Pyer Moss. Modernizados, os lenço vêm com diferentes aplicações, estampas contemporâneas e formas de vestir que mesclam referências de outras culturas. Resultando em looks que trazem este elemento tão característico do passado revestido de contemporaneidade. A tendência é a cara do verão. Na praia, protege os cabelos e enche de charme os looks para curtir a natureza, na cidade traz ainda mais cor para as produções, injetando vida os looks para os meses mais quentes do ano. Uma tendência chique, que carrega muita história e é perfeita para adotar já! Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Spring/Summer 2020: Pantone Colour Palette

    Além das próprias semanas de moda, que vêm carregadas de novidades, desejos e surpresas, as fashionistas têm outra grande espera ao longo do ano – no caso, a escolha das tonalidades “do ano” eleitas pela Pantone. O instituto, que é conhecido por sua expertise e influência no quesito cor, mostrou que as opções da vez trazem um certo ar de conforto, elegância e versatilidade. Ou seja, é provável que você já tenha peças dentro de alguma destas propostas e precise apenas tirá-las do guarda-roupa. No caso da Cuban Sand, o tom areia traz um efeito corado, com aquela sensação de calor e acolhimento. Durante a temporada internacional de Verão 2020, grifes como a Deveaux, Boss e Rejina Pyo trouxeram a cor com suas devidas variações – do amarelado ao rosado – em full looks sofisticados e com uma boa dose de modernidade. Repare também como o tom serve também como aliado para estéticas minimalistas, utilitárias ou românticas.  O Blueberry, que representa o “azul da meia-noite”, surge como uma alternativa para variar o marinho. Na Deveaux, o vestido com recortes laterais deu elegância e alta dose de feminilidade ao visual monocromático. Com direito a transparências, tanto a Osman quanto a Richard Quinn exploraram o efeito para dar um toque de mistério à produção. Na primeira, o poá (também em azul) em todo o modelo assimétrico. Para um contraste cool com o rosa clarinha, Victoria Beckham trouxe o tom para as peças de alfaiataria, sendo o blazer estampado com risca de giz e e saia com tonalidade lisa. Um cinza refinado e com certo perfume futurista. O Oyster Mushroom dá o ar das graças com sua nuance claríssima, indo do cinza suave ao quase off-white. E, no quesito estilo, ele vai do utilitário, como visto na Sportmax, ao oriental da Huishan Zhang, passando pela criação lúdica de JW Anderson e o esportivo-chique da Emporio Armani. Uma transição de estéticas que mostra a alta voltagem de versatilidade. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend hits: Tropical prints

    Mesmo com uma enxurrada de tendências invadindo temporadas – de um jeito fora do comum –, é possível que você encontre alguns clássicos predominando a estação. No caso do verão, além da cartela vibrante, há uma relação de amor com a natureza. As flores e folhagens costumam ser boas aliadas para visuais tropicais, cheios de frescor e feminilidade. Nas últimas passarelas, os padrões surgiram com estéticas diferentes, mas sempre trazendo este toque de jardim vibrante, seja pelas tonalidades ou pela brincadeira de texturas e formas. De um lado, o verde ganhando espaço em um cenário que convida os fashionistas a usarem o look full printed de maneiras renovadas e cool na medida. Na coleção da Marni, recortes estratégicos e assimetrias deram um toque contemporâneo ao vestido coberto por flores com efeito pincelado em uma base composta por linhas finas. Já na Halpern, as folhas apareceram de um jeito artsy, com uma certa referência impressionista que funcionou muito bem no vestido acinturado, com fenda e decote. Para a Fendi, as flores têm um mood mais divertido e jovem no match de chapéu, casaco, saia, bolsa e sapatos. Com tons ou efeitos marcantes, algumas grifes trabalharam com excelência no quesito novos visuais para os padrões tropicais. Na Stella McCartney, uma transferência fiel de um campo de flores para o vestido de manga longa usado por Kaia Gerber. Para a Valentino, o fundo vermelho foi usado para destacar traços que remetem a sombras, além de diversos pontos de vibração – como as folhagens verdes. Com toque fun, o vestido apresentado por Isabel Marant traz um mix romântico e psicodélico de uma maneira moderna. A sempre elegante Giorgio Armani elegeu as folhas “blurred” em tons suaves em contraste com o fundo marinho. Por último, mas não menos importante, Dries Van Noten apostou em uma composição supercolorida, que remete um pouco da aparência tradicional dos estofados acetinados. O contraste de cores é muito especial. Afinal, o verão tem dessas experiências – deliciosas e feitas para inspirar!   Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • MFW+PFW SPRING 2020: FENDI, LOUIS VUITTON E SAINT LAURENT

    Mesmo com o fim da semana de moda internacional, é incrível como sempre conseguimos achar (e descobrir!) alguns pontos para analisar com mais calma. Parece um throwback constante! Afinal, recebemos um boom de informações todos os dias e precisamos de um certo tempo para parar e olhar de novo. No caso, estamos falando de três marcas que fizeram suas apresentações e cada uma traz um destaque para ser pontuado. No caso da Fendi, a grife italiana fez, praticamente, o seu debut pós Karl Lagerfeld na semana de moda milanesa. Agora, sob comando de Silvia Venturini Fendi (que antes era a responsável pelas criações de bolsas e do masculino), a coleção feminina trouxe um ar fresh e mais comercial para a temporada de Verão 2020. Estampas florais supercoloridas, em shapes jovens e modernos, dentro de um mood solar, foram o ponto alto da passarela. Já na passarela da Louis Vuitton, Nicolas Ghesquière trouxe seu ar modernista para a alfaiataria de um jeito completamente desejável – e elevou o nível do que conhecemos como “mix de estampas”. Pense no encontro entre as estampas chevron e risca de giz, sendo uma em colete justíssimo, por cima de uma regata vermelha com gola polo, e outra na calça pantalona com bolsos – um utilitário bem diferente do comum. A estampa espinha de peixe ainda se repetiu em diversas formas, seja na composição de paetês coloridos + sobreposição de camisa xadrez, ou no blazer com ombros arredondados, no maior ar bufante-romântico. Por baixo, um macacão risca de giz com fundo branco.  Elegância com aquela pitada de ousadia. Anthony Vaccarello não poupa esforços para trazer recortes, transparências e comprimentos curtos para a Saint Laurent. Claro, sempre com a ideia de misturar os moods rocker + boho + boyish de formas surpreendentes. Para o Verão 2020, as apostas do estilista contaram com assimetrias com franzidos estratégicos; básicos renovados, como a camisa branca, usada com minishort de couro texturizado e trench coat; e, claro, o bom e icônico smoking, imortalizado por Yves Saint Laurent, coberto por paetês. Contrastes marcantes para a temporada! Com sofisticação e jovialidade acima de tudo, as marcas não economizaram na criatividade. Independente do estilo, é incrível como a liberdade – para misturar prints e deixar pele em evidência – guia as coleções. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend hits: pearls

    Quando falamos sobre clássicos no universo da joalheria, sem dúvida, as pérolas estão no topo desta lista. Sinônimo de elegância e feminilidade, esta gema foi imortalizada por Gabrielle Chanel quando, na década de 1950, a estilista combinava versões falsas e verdadeiras no mesmo colar – afinal, Coco Chanel era conhecida por suas ideias transgressoras que iam contra as regras da moda da época. Inclusive, essa foi uma maneira de trazê-las para os visuais do dia a dia e torná-las acessíveis.   Para a temporada de Spring 2020, uma infinidade de versões que provam a atemporalidade e sofisticação indiscutível das pérolas. Entre as principais apostas estão as opções de formato de água salgada (que são redondas) e doce (neste caso, o shape é irregular com algumas curvas). Para os brincos, há uma inclusão das gemas em argolas, como na Adeam; curtos, como na Tory Burch; comprido em composição de tamanhos graduais, como na Jason Wu; e com ar moderno em gota, como na coleção de Rosie Assoulin. Já entre os colares, a aposta vai para uma estética over-chique, como apresentada por Anna Sui, com muitas voltas e uso de pedrarias. Um material que pode ser usado em vários estilos e ocasiões. E, cada vez mais, o universo fashion vem provando que é possível dar novas interpretações aos elementos icônicos. Ainda bem! Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • MFW+PFW SPRING 2020: FENDI, LOUIS VUITTON E SAINT LAURENT

    Mesmo com o fim da semana de moda internacional, é incrível como sempre conseguimos achar (e descobrir!) alguns pontos para analisar com mais calma. Parece um throwback constante! Afinal, recebemos um boom de informações todos os dias e precisamos de um certo tempo para parar e olhar de novo. No caso, estamos falando de três marcas que fizeram suas apresentações e cada uma traz um destaque para ser pontuado. No caso da Fendi, a grife italiana fez, praticamente, o seu debut pós Karl Lagerfeld na semana de moda milanesa. Agora, sob comando de Silvia Venturini Fendi (que antes era a responsável pelas criações de bolsas e do masculino), a coleção feminina trouxe um ar fresh e mais comercial para a temporada de Verão 2020. Estampas florais supercoloridas, em shapes jovens e modernos, dentro de um mood solar, foram o ponto alto da passarela. Já na passarela da Louis Vuitton, Nicolas Ghesquière trouxe seu ar modernista para a alfaiataria de um jeito completamente desejável – e elevou o nível do que conhecemos como “mix de estampas”. Pense no encontro entre as estampas chevron e risca de giz, sendo uma em colete justíssimo, por cima de uma regata vermelha com gola polo, e outra na calça pantalona com bolsos – um utilitário bem diferente do comum. A estampa espinha de peixe ainda se repetiu em diversas formas, seja na composição de paetês coloridos + sobreposição de camisa xadrez, ou no blazer com ombros arredondados, no maior ar bufante-romântico. Por baixo, um macacão risca de giz com fundo branco.  Elegância com aquela pitada de ousadia. Anthony Vaccarello não poupa esforços para trazer recortes, transparências e comprimentos curtos para a Saint Laurent. Claro, sempre com a ideia de misturar os moods rocker + boho + boyish de formas surpreendentes. Para o Verão 2020, as apostas do estilista contaram com assimetrias com franzidos estratégicos; básicos renovados, como a camisa branca, usada com minishort de couro texturizado e trench coat; e, claro, o bom e icônico smoking, imortalizado por Yves Saint Laurent, coberto por paetês. Contrastes marcantes para a temporada! Com sofisticação e jovialidade acima de tudo, as marcas não economizaram na criatividade. Independente do estilo, é incrível como a liberdade – para misturar prints e deixar pele em evidência – guia as coleções. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend hits: pearls

    Quando falamos sobre clássicos no universo da joalheria, sem dúvida, as pérolas estão no topo desta lista. Sinônimo de elegância e feminilidade, esta gema foi imortalizada por Gabrielle Chanel quando, na década de 1950, a estilista combinava versões falsas e verdadeiras no mesmo colar – afinal, Coco Chanel era conhecida por suas ideias transgressoras que iam contra as regras da moda da época. Inclusive, essa foi uma maneira de trazê-las para os visuais do dia a dia e torná-las acessíveis. Para a temporada de Spring 2020, uma infinidade de versões que provam a atemporalidade e sofisticação indiscutível das pérolas. Entre as principais apostas estão as opções de formato de água salgada (que são redondas) e doce (neste caso, o shape é irregular com algumas curvas). Para os brincos, há uma inclusão das gemas em argolas, como na Adeam; curtos, como na Tory Burch; comprido em composição de tamanhos graduais, como na Jason Wu; e com ar moderno em gota, como na coleção de Rosie Assoulin. Já entre os colares, a aposta vai para uma estética over-chique, como apresentada por Anna Sui, com muitas voltas e uso de pedrarias. Um material que pode ser usado em vários estilos e ocasiões. E, cada vez mais, o universo fashion vem provando que é possível dar novas interpretações aos elementos icônicos. Ainda bem! Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • The magical night: BoF 500 gala

    É incrível como, às vezes, vemos um filme passando na nossa frente, reunindo cenas de várias situações que nos fizeram dar passos largos e fortes a um destino que desejamos. Na noite de segunda-feira, aconteceu o baile de gala do BoF 500, uma ocasião especialíssima que apresenta uma lista de nomes eleita por um dos veículos de negócios de moda e tendências de consumo mais importantes dos últimos tempos. Este ano, tive uma experiência única com o Business of Fashion em Londres, com uma série de palestras com personalidades altamente relevantes do mercado – entre elas, Stella McCartney falando sobre sustentabilidade. Trata-se de um portal, criado por Imran Amed que, ao longo do tempo, foi ganhando espaço no universo digital, com conteúdo de alta relevância, com informações exclusivas, análises profundas e discussões de nível global. É a fonte do que buscamos saber em tempo real. Há alguns anos, o Business of Fashion lançou o BoF 500, a seleção dos nomes mais relevantes da moda mundial. A grande novidade deste ano é que, para aqueles que já foram reconhecidos pela publicação inglesa em anos anteriores, o seu lugar nessa exclusiva delação está garantido. A cada ano, cem novos membros entram no clube. Com alegria, posso dizer que faço parte da “classe de 2013”, a primeira edição da lista e, como membro permanente, passo a receber cem novos associados a cada ano neste time de profissionais que está moldando o mundo e os negócios de moda. Sem falar, claro, na ideia de inclusão de uma diversidade de personagens de diversas origens que está inspirando e mostrando um pouco do seu trabalho ao resto da indústria fashion. Entre os destaques, o brasileiro Zeco Auriemo, principal nome por trás do Grupo JHSF, que tem o Shopping Cidade Jardim como um dos projetos, foi um dos principais parceiros da noite. Um verdadeiro orgulho para nós.  E não poderia faltar um detalhe especial! Para o BoF 500 Gala, escolhi um longo deslumbrante da marca mineira Barbara Bela, que leva 40 dias para ser produzido. Todo bordado a mão, a peça possui em torno de 1440 cristais sobre tule e brinca com detalhes, como transparência, decote off-shoulders e sobreposição de brilhos em um tecido leve e sofisticado. Os brincos são Ana Rocha & Appolinario. A night to remember! É única essa sensação de fazer parte de uma história, que reúne profissionais preocupados em movimentar o mercado de moda de uma forma consciente e cheios de vontade de dar ainda mais vida a uma indústria tão rica e encantadora. Para uma apaixonada por este universo, é uma alegria sem fim. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • The magical night: BoF 500 gala

    É incrível como, às vezes, vemos um filme passando na nossa frente, reunindo cenas de várias situações que nos fizeram dar passos largos e fortes a um destino que desejamos. Na noite de segunda-feira, aconteceu o baile de gala do BoF 500, uma ocasião especialíssima que apresenta uma lista de nomes eleita por um dos veículos de negócios de moda e tendências de consumo mais importantes dos últimos tempos. Este ano, tive uma experiência única com o Business of Fashion em Londres, com uma série de palestras com personalidades altamente relevantes do mercado – entre elas, Stella McCartney falando sobre sustentabilidade. Trata-se de um portal, criado por Imran Amed que, ao longo do tempo, foi ganhando espaço no universo digital, com conteúdo de alta relevância, com informações exclusivas, análises profundas e discussões de nível global. É a fonte do que buscamos saber em tempo real. Há alguns anos, o Business of Fashion lançou o BoF 500, a seleção dos nomes mais relevantes da moda mundial. A grande novidade deste ano é que, para aqueles que já foram reconhecidos pela publicação inglesa em anos anteriores, o seu lugar nessa exclusiva delação está garantido. A cada ano, cem novos membros entram no clube. Com alegria, posso dizer que faço parte da “classe de 2013”, a primeira edição da lista e, como membro permanente, passo a receber cem novos associados a cada ano neste time de profissionais que está moldando o mundo e os negócios de moda. Sem falar, claro, na ideia de inclusão de uma diversidade de personagens de diversas origens que está inspirando e mostrando um pouco do seu trabalho ao resto da indústria fashion. Entre os destaques, o brasileiro Zeco Auriemo, principal nome por trás do Grupo JHSF, que tem o Shopping Cidade Jardim como um dos projetos, foi um dos principais parceiros da noite. Um verdadeiro orgulho para nós.  E não poderia faltar um detalhe especial! Para o BoF 500 Gala, escolhi um longo deslumbrante da marca mineira Barbara Bela, que leva 40 dias para ser produzido. Todo bordado a mão, a peça possui em torno de 1440 cristais sobre tule e brinca com detalhes, como transparência, decote off-shoulders e sobreposição de brilhos em um tecido leve e sofisticado. Os brincos são Ana Rocha & Appolinario. A night to remember! É única essa sensação de fazer parte de uma história, que reúne profissionais preocupados em movimentar o mercado de moda de uma forma consciente e cheios de vontade de dar ainda mais vida a uma indústria tão rica e encantadora. Para uma apaixonada por este universo, é uma alegria sem fim. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • PFW Spring 2020: Balmain, Stella McCartney e Valentino

    Um suspiro seguido de outro! Nesta temporada em Paris, é surpreendente o quanto as coleções estão trazendo tantos desejos. Ainda mais por conta de algumas marcas, que contam histórias na passarela, além de mostrar apenas roupas. E, em tempos de tantos questionamentos na moda, acredite, isso faz toda a diferença. Começando por Olivier Rousteing, diretor criativo da Balmain, que trouxe suas power women para a cena com uma série de peças que provam muito sobre a sua brilhante visão para a casa fundada por Pierre Balmain. Para Spring 2020, ele investiu em um mood do final da década de 1990 e início dos anos 2000, com inspiração, basicamente, vinda das estrelas do pop da época. Britney Spears, Christina Aguilera e Beyoncé estão entre os nomes que fizeram parte deste quadro de referências elaborado pelo estilista para, acima de tudo, destacar a feminilidade com um viés sexy e cool ao mesmo tempo. Entre full looks vibrantes e brilhos, os visuais black and white foram, definitivamente, a maioria. Claro, todos carregaram uma brincadeira forte de texturas, outros mostraram como renovar transparências e até como combinar itens casuais com peças de paetês. Outro ponto alto diz respeito às estampas. Geometrias e listras foram as grandes apostas da vez, com suas combinações com olhar tão fresco e sofisticado. Já na Valentino, o estilista Pierpaolo Piccioli apresentou o que mais sabe fazer de melhor: peças luxuosas repaginadas. Para Spring 2020, ele optou por uma cartela democrática – dos neutros aos neons passando pelos terrosos – para vestidos e conjuntos, sejam eles trabalhados em volumes, franzidos ou superdecorados com estamparia ou bordados, babados, transparências e, claro, penas. Alguns dos detalhes preferidos de Pierpaolo para uma coleção com certo perfume renascentista. The last, but not the least! Stella McCartney, uma das minhas estilistas preferidas, desfilou algumas das peças que, com certeza, vão fazer a cabeça das fashionistas. Com sua sequência de alfaiataria impecável, entre versões estampadas e lisas, a ideia é mostrar que sempre há maneiras de renovar um clássico do guarda-roupa formal e dar novas interpretações. Além do tailoring, ela destacou shapes super femininos, com cintura marcada, padrões listrados, gráficos e florais, que são bem-vindos em uma temporada tão chique e contemporânea. Desejos para todos os estilos. Qual é o seu preferido? Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Les Sources de Caudalie

    Momentos encantadores em meio à natureza francesa. Há alguns dias, quem acompanhou o perfil do F*hits no Instagram viu que estive ao lado de Lala Noleto, Helena Lunardelli e Luiza Sobral na charmosa região de Bordeaux. Lá, Alice e Jérôme Tourbier, fundadores do hotel spa Caudalíe, juntos ao arquiteto Yves Collet, imaginaram um Chateau em total harmonia com um cenário composto por muitas árvores, flores e um lago principal. Aquela espécie de paraíso countryside.  Foi lá onde a história da marca de beauté começou. A propriedade dos pais de Mathilde Thomas se transformou na herança mágica do vinhedo associado aos benefícios poderosos naturais da uva nos cosméticos. Com design contemporâneo, enriquecido com madeiras de demolição, o destino traz em seu conceito um ambiente luxuoso e harmonioso, no ambiente natural, entre vinhedos e uma floresta. Por dentro do hotel, as suítes são aconchegantes e apresentam o contraste entre o rústico exterior e o toque avant garde na decoração interior. A cartela de cores traz certa tranquilidade e uma sensação de bem-estar único. A vista da janela parece uma pintura! Entre as experiências, conferimos de perto mais sobre os grandes diferenciais que transformam a Caudalíe em uma marca tão especial. Com foco no DNA ecológico (os ingredientes são naturais – extraídos das vinhas, sem origem animal ou qualquer agressão a natureza e à nossa pele) e comprometimento com o meio ambiente (as embalagens são otimizadas, reduzindo emissão de CO2), a empresa honra a natureza e segue o conceito de slow way of living. Além disso, tivemos um momento the real French pique-nique em uma tarde deliciosa, andamos de bicicleta – mesmo com chuva – e, claro, tivemos uma vivência no spa, com tratamentos exclusivos Caudalíe. Um pit stop necessário para recarregar as energias entre uma fashion week e outra. Estar em contato com o ar puro e com paisagens naturais são as melhores formas de dar start a uma agenda corrida e cheia de novidades e bons encontros. Melhor ainda se estiver superbem acompanhada. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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  • Trend hits: Sleepwear

    Quem acompanha cada boom de tendências nos últimos quatro anos, definitivamente, já está íntimo do estilo boudoir. Isso porque, durante as fashion weeks, uma série de visuais que trazem peças que lembram camisolas e lingeries. A febre foi importante para dar grandes respiros para a moda – no caso, derrubar muitas regras e liberar para usos mais casuais. No caso do sleepwear, ele deu as caras sozinho, mas também dividiu espaço com itens casuais, como as t-shirts, e mais tradicionais, como a alfaiataria. Para o próximo Verão 2020, há grandes apostas para a estética que reúne rendas, transparências e, principalmente, tecidos acetinados – que, muitas vezes, era reservado apenas para looks de festa. Na passarela da Blumarine, o longo surgiu com diversos recortes localizados na região do decote e cintura, com um contraste refinado de renda e cetim – uma peça ideal para evening wear. Há também a versão de um slipdress rosa curto com camadas na saia, com um ar fresh e jovem na medida certa. Para a Gucci, o estilista Alessandro Michele brincou com a combinação do vestido rosa e preto + luvas vermelhas longas e botas cuissardes. Um match que destaca uma certa estranheza à primeira vista, mas deu um jeito cool. No segundo visual assinado por Michele, o modelo tem rendas pink e fenda generosa na saia, trazendo uma pitada de diversão e ousadia moderna. Já na proposta que Paulinha Sampaio apostou durante a Semana de Moda de Milão, o combo composto por blusa de alça com renda + saia de jacquard e cinto largo. Uma combinação com alta voltagem fashionista para usar no daywear sem restrições!   Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

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