Resultado de busca para : 




A primeira plataforma de Influenciadores Digitais de moda e lifestyle do mundo

TODOS OS POSTS

1615 resultado(s) encontrados.
  • COLUNA ALICE FERRAZ NO ESTADÃO traz novidade para a moda nacional: a Coterie agora é 100% digital

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • LEIA HOJE: Coluna Alice Ferraz no Estadão, do sonho da alta-costura ao sonho do compartilhamento.

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Leia Hoje: Coluna Alice Ferraz propõe reflexão sobre a prudência nas redes sociais.

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Leia hoje: Coluna Alice Ferraz inspira aprendizados em tempos de pandemia

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • LEIA HOJE: Coluna Alice Ferraz traz reflexão sobre a coragem.

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 3 edição: Moda no casulo

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 3 edição: Cuidado em harmonia

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 3 edição: Sem contato

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 3 edição: Isolamento criativo

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 3 edição: Mulheres justiceiras, Avante!

    Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 2 edição: O espetáculo da normalidade

    O novo normal. A segunda edição da revista Moda, F🌟hits + @estadao traz em suas páginas um texto , reflexão de @niltonbonder sobre a vida e transformações. Rabino e escritor, com mais de 23 livros escritos, entre eles o icônico “A Alma Imoral”, Nilton é uma daquelas pessoas cujas palavras tocam no fundo da alma. Sendo Phygital o conteúdo impresso se transforma também em digital em vídeo para mídias sociais com as palavras sábias desse pensador dos nossos tempo. http://www.blogdaaliceferraz.com.br/wp-content/uploads/2020/04/o-espetáculo-da-normalidade.mp4 Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 2 edição: A Lei do Retorno

    Um aprofundamento nas possibilidades que surgem com o movimento upcycling. A expert em sustentabilidade Giovanna Nader mostra no vídeo abaixo os detalhes de seu look, que transforma elementos não convencionais em moda. O ímpeto criativo sendo usado para expandir as possibilidades do guarda-roupas ao mesmo tempo em que faz bem ao planeta. Green trend! Assista e se inspire. http://www.blogdaaliceferraz.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Lei-do-Retorno.mp4 Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 2 edição: Pandemia Cultural

    Arte em tempos de reclusão. Existem muitas formas de consumir cultura e saber mais sobre o universo das artes durante a quarentena. A curadora e redatora-chefe da revista Moda, Ana Carolina Ralston, preparou uma #PiluladeArte exclusiva sobre o artista paulistano Nunca, um dos expoentes do grafite nacional e internacional. Pandemia Cultural Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 2 edição: Companhias Preciosas

    Um editorial digital de joias, coordenado a distância e clicado em família, pelo fotógrafo  Gustavo Zylbersztajn tendo sua esposa Patrícia Beck como modelo. As fotos que estampam as páginas da Revista Moda Fhits + Estadão trazem peças que mostram toda a cor e brilho da joalheria brasileira e foram possíveis graças ao o trabalho em conjunto entre nosso time e a família Zylbersztajn. União que  trouxe ainda mais verdade para as imagens. Gustavo Zylbersztajn, Patrícia Beck e o filho Benjamin Assista agora o depoimento de Gustavo e Patrícia, contando como foi a experiência de realizar um editorial a distância, e descubra mais sobre o behind the scenes deste projeto tão especial. Play it! http://www.blogdaaliceferraz.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Companhias-Preciosas.mp4   FOTO 1: Brinco leque pedras topázio, swiss e mandarim ouro amarelo 18 k, Ana Karina Simon, R$12.600 Anel leque borboleta pedras topázio, swiss e mandarim ouro amarelo 18 k, Ana Karina Simon,R$14.000 Anel leque pedras topázio, swiss e mandarim ouro amarelo 18 k, Ana Karina Simon, R$9.200 Aliança pedras topázio, swiss e mandarim ouro amarelo 18 k, Ana Karina Simon, R$13.850 Anel em ouro amarelo com topázio azul, ametista lavanda, quartzo rosa, citrino champanhe peridoto, Dudarillo, R$9.180 FOTO 2: Brincos rock prata com banho ouro amarelo, Jack Vartanian, R$2.400 Bracelete rock prata com banho ouro amarelo, Jack Vartanian, R$3.100 Colar rock prata com banho ouro amarelo, Jack Vartanian, R$4.700 Anel rock flawer prata com banho ouro amarelo e Agatha Negra, Jack Vartanian, R$2.100 Anéis em ouro amarelo, Ana Rocha Apolinario, sob consulta. FOTO 3: Brinco Folha, com pedras EMAR BATALHA R$ 44.000,00 FOTO 4: Colar Rainha com brilhantes R$ 71.800,00 MARISA CLERMAN Braceletes filetes de brilhantes e baguetes, R$ 18.700,00 MARISA CLERMAN Piercing de brilhantes brancos R$ 4.400,00 MARISA CLERMAN FOTO 5: Brinco de pérola, Paola Vilas, sob consulta Anel em ouro branco com pérola south sea branca e diamantes marquise, Dudarillo. Sob consulta Anel em ouro amarelo, aro triplo liso com pérolas botão brancas e brilhantes, Dudarillo, R$4.375 Anel em ouro branco, aro duplo de bolinhas com pérola botão e brilhante,Dudarillo, R$3.240 Anel em ouro branco com pérolas, Dudarillo, R$2.655   FOTO 6: Colar em ônix, topázio azul, rubelita, cintrino, rodonita, prasiolita ametista, diamantes e ouro amarelo 18 k, Sauer, preço sob consulta Anel em ônix, granada, diamantes e ouro amarelo 18k, Sauer, R$15.660 Colar chain prata com banho de ouro amarelo 18 k e elos pequenos, jack vartanian, R$4.400 Argola chain prata com banho de ouro amarelo 18k, jack vartanian, R$2.000 Anel rock flower prata com banho de ouro amarelo 18 k e Agatha negra, Jack Vartanian, 2.100   FOTO 7: Colar coração turmalina Paraíba, Marisa Clermann, Sob consulta Piercing baguetes e brilhante, Marisa Clermann, R$5.700 Pulseira sentidos brilhantes, Carla Amorim, R$30.420 FICHA TÉCNICA FOTOS: GUSTAVO  ZYLBERSZTAJN STYLING : ANTONIO MÜLLER DIREÇÃO CRIATIVA : FHITS BELEZA : CRIS BIATO MODELO: PATRICIA BECK TRATAMENTO DE IMAGEM: EDSON GUBEROVICH Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • REVISTA MODA Fhits + ESTADÃO – 2 edição: Moda do bem

      Moda do bem Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais

  • Revista Moda F

    Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas. Longe dos estereótipos curvilíneos, ela imprime uma nova beleza, mais natural e despojada Existe alguém que nasceu na moda e literalmente tinha uma referência do que esperava na indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: Como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova? A americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta , Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade.   Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. Essas decisões foram tomadas a partir da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s Up. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. Segundo a própria, seus pais nunca tiveram uma “mesa” para os filhos. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante.   De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bru- ni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageia o estilista Gianni Versace. Na mes- ma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. Com tantas evidências de es- tar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, tem o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. Compartilhe isso:Compartilhar no TumblrEmail Siga o F*hits nas Redes Sociais

    Leia Mais


TODOS OS BLOGS