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  • Como se perder em… Los Angeles

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  • Receita de panqueca “vegana”

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  • Como se perder em Los Angeles

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  • Los Carpinteros: Objeto Vital

    O Centro Cultural do Banco do Brasil recebe até 2 de agosto a exposição Los Carpinteros: Objeto Vital. Com curadoria de Rodolfo de Athayde, a mostra traz mais de 70 obras do coletivo fundado em 1992 que reunia – Marco Castillo, Alexandre Arrecha e Dagoberto Rodriguez. O nome “Los Carpinteros” foi atribuído aos artistas por alguns de seus colegas, em virtude da empatia com o material trabalhado e com o ofício que foi resgatado como estratégia estética. Essa é a maior exposição já montada pelo coletivo cubano. Apresenta três eixos temáticos: objeto do ofício, objeto possuído e espaço-objeto. A exploração do objeto causa estranheza, se utilizam da arquitetura, do design, da escultura, para explorarem o objeto de forma crítica, sagaz e bem-humorada. O público poderá acompanhar todas as fases do coletivo, desde a década de 1990 até obras inéditas, feitas especialmente para esta exposição. Reprodução da InternetCom a exposição dividida em três eixos, os temas das obras ficam explícitos para entendimento do público, levando ao encontro assertivo da obra com o expectador. O objeto é o protagonista nessa exposição, seja ele objeto do ofício, dedicado a primeiro período do coletivo, a instalação tem o objeto como protagonista desta exposição, sendo forçado a uma constante metamorfose pela ideia artística: imaginado em desenhos, projetado e testado nas maquetes tridimensionais ou alcançando sua vitalidade máxima como utopia realizada nas grandes instalações determinado pela manufatura artesanal de objetos inspirados pelas vivências do cotidiano e o uso intensivo da aquarela como parte do processo de visualização da ideia inicial da obra. Reprodução da InternetNo segundo momento o objeto possuído, é apresentado o momento em que o trabalho de do coletivo começa a ganhar representatividade em importantes coleções no mundo com obras que, para além das problemáticas especificamente cubanas, falam de questões existenciais universais. Muitos dos projetos ambiciosos que tinham sido esboçados no papel são materializados nesse momento com a abertura de novas perspectivas. Reprodução da InternetNa última parte da exposição, Los Carpinteros dedicam atenção à arquitetura e às estruturas, subvertendo o urbano e seu entorno, modificando a forma de percepção, funcionalidade e contexto. O espaço também tem grande importância na obra deles, com apelo político, letreiros fazem referência a momentos e falas históricas. Há muita coisa a se pensar com humor e crítica na exposição, é um tempo ganho de reflexão sobre arte, cultura e política, os quais se bem aproveitados podem ser utilizados para refletir sobre nosso caos atual. Los Carpinteros: Objeto VitalLocal: CCBB Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)Data: até 2 de agosto*Entrada Franca

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  • Em Caminho das Índias Cleo era Surya

    A trama central de Caminho das Índias (2009) era a paixão proibida entre dois indianos de origem muito diferentes, Maya e Bahuan. A novela das 21h foi um sucesso, sendo vendida para diversos países. Escrita por Glória Perez, Caminho das Índias ganhou o Emmy Internacional de melhor novela. Dividida em duas fases, traçava os caminhos percorridos pelos protagonistas Maya (Juliana Paes) e Bahuan (Márcio Garcia), que por serem de origens sociais diferentes não poderiam ficar juntos. Na segunda fase da novela Maya e Bahuan seguem seus caminhos e se reencontram, estando Maya prometida Raj, personagem de Rodrigo Lombardi. Muitas coisas ocorrem na trama, idas e vindas, até que o amor entre os protagonistas prevaleça. O núcleo indiano era composto por nomes como Toni Ramos, Laura Cardoso, Lima Duarte e Cleo. Sua personagem era Surya, e vivia as voltas com Maya, a quem rivalizada o tempo todo. A personagem era tida como uma vilã, no entanto Cleo a classificava na época como uma menina infantil. Imagem: TV Globo“Surya tem um tom de maldade quase infantil. Faz tudo para ter espaço dentro daquela casa, onde é reprimida – analisa Cleo. Ela acaba sendo considerada vilã porque atrapalha a vida da mocinha, que é um doce, uma queridona. Mas não concordo com esse título’, afirmava Cleo em entrevista ao Jornal O Globo. Surya e Maya dividem o mesmo teto, no entanto, as atenções sempre são voltadas para Maya o que deixa Surya revoltada, fazendo com que ela tome atitudes muitas vezes, vilanescas, como fingir gravides, mentir e esconder segredos. Boa parte da trama ela passou lançando olhares invejosos e desejando seu lugar na casa. Cleo relembra que a frase que mais dizia durante um período da novela era – “Eu não vou deixar ela (Maya) tomar o meu lugar nessa casa”. Vídeo: Cleo fala de sua personagem Surya

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  • Jum Nakao e a costura do invisível

    A mistura de moda, artes plásticas, design e talento é que leva a arte de Jum Nakao a diversos lugares do mundo. O brasileiro, neto de japoneses, vive em São Paulo e colabora para a moda brasileira se tornar referencia já faz alguns anos. Em 1996, no extinto Phytoervas Fashion e passa a ocupar o cargo de Diretor de Estilo de uma das maiores empresas de moda do Brasil, a ZOOMP, onde permanece por seis anos. Marisa Monte usa figurino de Jum Nakao no encerramento das Olimpíadas de LondresReprodução da InternetNakao se destaca como um dos maiores exploradores da modelagem no país, utilizando plataformas distintas, e objetos diversos para seus experimentos de formas e volumes. Durante sua carreira tem desfiles icônicos e surpreendentes como o desfile-manifesto “A Costura Invisível”, do São Paulo Fashion Week 2004. Quando criou figurinos inteiros de papel que foram rasgados ao final do desfile, abrindo um universo múltiplo e criativo não só em sua obra, mas para os demais estilistas e estudantes de moda do país a fora. Obra de Jum Nakao inspirada no universo dos irmãos QuayReprodução da InternetA arte de Nakao é feita de momentos marcantes, outro que pode ser destacado foi a fusão entre arte, moda e design quando ele se inspirou no Brothers Quay, realizando uma coleção tributo à obra dos irmãos animadores –Stephen e Timothy Quay. A obra deles teve grande destaque na década de 70 por propor uma estética nova aos curtas de animação, com o resgate de técnicas antigas de animação usadas pelas escolas tcheca e inglesa no final do século XIX. “Precisamos desnudar a nossa alma para revelar a capacidade de sermos leves, sonhar com indizíveis, impossíveis, inexplicáveis, indefiníveis”, afirma Jum Nakao. Há algum tempo Jum Nakao não vem apresentando coleções nas passarelas do SPFW, mas trabalha a moda em forma de arte-educação em workshops pelo Brasil. A proposta vai além de qualificar os estilistas e costureiros pelo país, busca trazer ferramentas para que as criações sejam cada vez melhores, aprimorando o corte, trazendo senso crítico e juntando com o atual processo da moda, de consumo consciente. Tornando visível costuras outrora invisíveis, alinhavando moda, arte, cultura, cidadania, consciência e transformação.

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  • A gola alta volta à moda

    A origem da gola alta, gola rolê, gola olímpica, turtleneck ou cacharel vem de um lugar pouco improvável. Pra que viveu os anos 80 e 90 com certeza lembra daquelas blusas que a mãe usavam e insistiam pra que usássemos também. A tal blusa de gola alta foi ícone nessa época, e depois ficou com cara de algo não muito legal, até mesmo brega. No entanto ela reaparece volta e meia como tendência de estilo, e com ela algumas mudanças no corte, no uso e principalmente na combinação dos looks, que é o que dá a ela o refresh para voltar como tendência fashion. A origem da Gola Rolê Vinda dos uniformes de operários em fábricas japonesas no período pós-guerra, a gola alta serviu como uniforme por muito tempo, como eles não tinham o que vestir as grandes empresas forneciam a blusa como uniforme e até mesmo como forma de vinculá-los à empresa. Uma curiosidade é que Steve Jobs, nos anos 80 conheceu a estilista Issey Miyake que tinha criado os uniformes dos funcionários da Sony, e pediu que ela criasse algo especial pra ele, mas nesse estilo, gola alta, que se tornou sua marca registrada. Blusa preta de gola alta. Reprodução da InternetA gola rolê, mais alta, como é vista hoje é uma evolução da moda. Cobrir o pescoço devido o frio é uma tendência, principalmente, para regiões da Europa, por serem mais frias em algumas épocas do ano. Ícones do cinema e da música também ajudaram a popularizar, os Beatlles, a atriz Audrey Hepbrun, Elvis Presley e muitos outros. Como usar essa tendência a seu favor Pensar no look e na combinação em que você vai inserir a gola rolê, se você tem busto grande e pescoço curto, aposte em tons escuros com um tom mais claro; Blusas oversized com gola alta ficam bem legais, no entanto foque na blusa e aposte em detalhes e acessórios mais cleans; Quem tem o pescoço mais longo pode usar sem medo, pois fica super bem; Dá pra ser sexy usando gola alta se combinado com saias e transparências; Básico é sempre clássico, gola rolê preta num look monocromático é certíssimo, e você pode fazer um look total, em outras cores também; Pra quem não tem o rosto arredondado fica lindo pôr o cabelo pra dentro da gola da blusa. No mais aproveita para experimentar as possibilidades que essa peça de roupa pode trazer pra você. Em climas mais frios ela vem com total força pra aquecer e deixar o look mais lindo. Tendência de inverno das grandes marcas e nos desfiles internacionais vale ficar de olho e aproveitar pra se divertir. Dá também, para pegar aquela blusa lá, guardada, ou aquela que sua mãe não usa mais e customizar. Bora criar!

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  • Keep Cleo Vegan

    Keep Cleo Vegan Publicado em 14/06/2017 KEEP LIGHT + CLEO LANÇAM UMA ALTERNATIVA PARA AS DIETAS VEGANAS Programa vegano de 3 dias com 5 refeições diárias é isento de derivados animais, o que o ajuda a melhorar a saúde e aumentar o bem-estar. Com o grande sucesso de suas linhas de pratos prontos, que permitem uma alimentação balanceada e saudável de forma prática e muito saborosa, a Keep Light, desenvolveu um pedido meu, o programa Keep Cleo Vegan. Na busca por melhor qualidade de vida, o veganismo se apresenta como uma boa pedida. Ser vegano é um ato social, político e de carinho consigo mesmo e com o mundo por meio dá não exploração animal e seus derivados. O programa de 3 dias é composto por 5 refeições diárias, ricas em fibras e com alta redução de gorduras. É um excelente aliado no emagrecimento, além de trazer benefícios e otimizar os sistemas digestivo e imunológico, e auxiliar na diminuição de riscos de alergias e doenças degenerativas. Uma dieta vegana planejada apropriadamente é nutricionalmente adequada para todos os estágios de vida, e proporciona benefícios de saúde no tratamento e prevenção de diversas doenças.Também auxilia na desintoxicação do organismo, pois a grande maioria das toxinas que ingerimos são de origem animal, portanto, nesse caso, essa ingestão também cai drasticamente. O programa está à venda no site www.keeplight.com.br. Adquira agora! Acesse o site e aproveite. EU QUERO Sobre a Keep Light Dirigida pelas empresárias Betina Sehbe e Christiane Jimenez, a Keep Light está no mercado desde 2003. A empresa desenvolve programas alimentares personalizados, com refeições saudáveis e congeladas para quem busca praticidade, aliando o sabor caseiro à produção industrial, sem abrir mão de preparações elaboradas. Reúne em seu cardápio apenas insumos de qualidade, submetidos aos cuidados de uma cozinha artesanal, amparada por técnicas modernas de produção. Além disso, todos os produtos são rigorosamente controlados, principalmente a quantidade de calorias e demais itens nutricionais. A Keep Light oferece uma extensa linha de produtos e várias opções de programas. O cardápio é supervisionado por nutricionistas e renovado periodicamente por Betina, responsável pela criação dos pratos. O consumo regular dos menus proporciona a possível perda de peso, sem a diminuição da qualidade nutricional e do sabor. “Buscamos na tecnologia procedimentos que garantam produtividade com a qualidade e sabor”, explica Betina Sehbe – sócia diretora da Keep Light. Contato Keep Light (11) 5042.9636www.keeplight.com.br NOVIDADES DA CLEO Cadastre-se aqui para receber novidades da Cleo

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  • Como se perder em … Porto Alegre

    Por: Ket Rodrigues Quando me perdi em Porto alegre!? Quando vi suas esquinas, muros, parques, cheiros… Há 7 anos atrás fui recebida por essa Porto Muito Alegre, com (a)braços largos. É uma das cidades mais arborizadas do país! Terra de Adriana Calcanhotto, Caio Fernando Abreu, entre tantos outros artistas. Moinhos de vento, bairro charmoso com ótima gastronomia, a inquieta Cidade Baixa com sua linda diversidade, festas e cafés! Não poderia deixar de falar no Bom Fim, o bairro já foi cantado por músicos como Nei Lisboa, em sua canção “Berilm, Bom Fim”, e Vitor Ramil em “Ramilonga”. O centro histórico, com a famosa escadaria da Borges, bairro acolhedor que guarda histórias que já viraram livros, filmes e que serviu de inspiração para o poeta Mário Quintana, que viveu nele até último sorriso! Como não se encantar com o pôr do sol do Guaíba, que todos os dias adormece ao lado do Gasômetro, onde pessoas se encontram para “chimarrear”. Mas o que de mais belo, me detém, são seus prédios, com uma rica arquitetura, que desenham a cidade, gigantes que resistem e guardam o que mais me fascina, as pessoas! Os lindos Porto Alegrenses, que sorriem e vão a luta e falam com orgulho de suas origens! Que sim, vão para às ruas, pelos seus direitos e nessa mesma rua, mostram sua arte! As figuras pitorescas de cada cantinho dessa metrópole, os que precisam das calçadas para sobreviverem, vendendo sonhos em forma de pipoca, doces e balas… Esse é meu olhar sobre uma selva de pedra que me encanta e me acolheu, finalizo com uma música de Kleiton e Kledir… “Deu pra ti, baixo astral Vou para Porto Alegre e tchau! Quando eu ando assim, meio down Vou para Porto… e bah!, tri legal Coisas de magia, sei lá…” *Imagens: Ket Rodrigues e Jaque Borba

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  • Cleo é Sofia em Meu Nome não é Johnny

    E em 2008 também teve a estreia nos cinemas de Meu Nome não é Johnny, dirigido por Mauro Lima, baseado no livro homônimo de Guilherme Fiuza. O filme conta a história verídica de João Guilherme Estrella, traficante de drogas da Zona Sul do Rio nos anos 90. Johnny era inteligente, querido por todos, amigos e familiares, engraçado, levava a vida gastando o dinheiro que ganhava, em festas e drogas. Selton Mello foi escalado para reviver o traficante e Cleo deu vida a Sofia, sua namorada. Esse foi o segundo filme dela, depois de Benjamim (2004). “É a primeira vez que faço um personagem que está do meu lado, não tinha vivido isso. Mas sempre digo que não queria imitar o João. O livro tinha muitas informações e, além disso, em todo lugar em que eu ia tomar um chope no Rio de Janeiro alguém o conhecia. Ou tinha estudado com ele, ou comprava [drogas] dele. Ouvi muitas histórias e criei o meu João: um cara que entrou numa vida ‘x’ e pagou por isso. Poderia ser qualquer um de nós”, afirma o ator. Reprodução da InternetDurante a preparação para o filme Selton Mello conversou com João Guilherme Estrella para compor seu personagem, Cleo preferiu não conhecer a verdadeira Sofia. ‘Evitei qualquer envolvimento’, disse. E em entrevista da época ela ressaltou a diferença dela com a personagem. “Não tenho nada a ver com a Sofia. Dei um ar de jovialidade à personagem. Este é um filme que quero mostrar para os meus amigos. E o tipo de filme para a galera assistir, que fala do nosso universo com muita verdade. Para o jovem ver, curtir e pensar também. Fiquei muito satisfeita com o filme”. Meu Nome não é Johnny foi um sucesso de bilheteria, a linguagem jovem com que o tema foi tratado, sem tabus, aproximou muito os espectadores da história de João, esse jovem classe média alta que durante cinco anos se aventurou pelo tráfico e tornou-se um “rei do tráfico”. Sofia tem um relacionamento bom ele, viagens, festas permeiam a relação do casal. Ela é uma menina divertida e que gosta muito de João. Numa das cenas do filme ele, tipicamente brincalhão chama Sofia de “minha querida perninha roliça”, no momento em que toma o microfone a banda dá o tom e ele canta, à sua maneira, Outra vez, de Roberto Carlos. Não é afinado nem nada, mas há sinceridade no que sentia pela namorada junkie.

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  • Monkey in the box + CLEO

    Monkey in the box + CLEO Nessa correria de viagens, gravações dia e noite, a gente fica como? Toda virada. Daí só um óculos daqueles pra salvar. Monkey in the Box + CLEO tem uns modelos lindos, que eu mesma escolhi. Tem pra todos os gostos e pra todas as horas, com referências de todos os cantos do mundo, seja óculos de sol ou receituário. Óculos são mais que uma peça pra compor um look, são acessórios funcionais pra que você possa expressar seu estilo e também se proteger. Eu tenho vários, até pq né… Todo mundo merece! Maria de Lourdes Tamara Bianca Clara Ariela Sofia Cataña Beatriz Cecília Dani Fernanda Francis Katia Letícia Surya Tati Tati Óculos de grau Óculos de grau Óculos de grau  

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  • Dia Mundial do Meio Ambiente

    Comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente é importante para lembrarmos da necessidade de que nos coloquemos no centro da questão, pois somente por meio de atitudes conscientes poderemos assegurar que menos catástrofes venham a ocorrer. O dia 5 de junho foi escolhido como Dia Mundial do Meio Ambiente, em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo. Essa data tem como objetivo principal chamar a atenção das comunidades mundiais e dos cidadãos para a importância de preservar os recursos naturais, que até então eram considerados infinitos. Na Conferência de Estocolmo, como ficou conhecida, formam propostas novas formas de tratar essas questões envolvendo o meio ambiente. E princípios para a criação de políticas mundiais de preservação. Reprodução da InternetA conscientização sobre as necessidades mundiais relativas a preservação do sistema vem acontecendo há algum tempo, no entanto, é um trabalho constante e gradativo. Cada um pode fazer pequenos movimentos em casa, no trabalho, na rua, para auxiliar a preservar a natureza. Atitudes simples como: não jogar lixo no chão, recolher as fezes dos animais de estimação, separar o lixo ao entregar ao coletor, diminuir resíduos, reutilizar objetos, reciclar, entre tantas outras coisas auxiliam diretamente. A maior preocupação ainda são as grandes indústrias, que poluem grande parte do globo terrestre. Para elas, estão sendo estudadas propostas e tratados, alguns já ativos, de redução de poluentes no processo de fabricação de produtos, geração de resíduos e reaproveitamento de materiais antes descartados como inúteis. Mudança de hábitos Para assegurar menos degradação do meio ambiente, atitudes diárias auxiliam no processo. Pois imaginemos se todos pensassem e agissem de acordo com essas necessidades. Muita coisa mudaria. Veja pequenos gestos que podemos tomar cotidianamente em prol do planeta: 1 – Não Jogar lixo no chão. A quantidade de lixo no meio ambiente é muito alta, e o período de decomposição de alguns resíduos pode durar muitos anos; 2 – Selecionar os resíduos em casa e separá-los conforme indicado. Isso facilita a coleta e a reciclagem; 3 – Economizar água. Desligar a torneira enquanto lava a louça, não usar água limpa para lavar calçadas e carro, e sim, reutilizar água. Diminuir o tempo no banho; 4 – Desligar a luz de locais onde você não esteja presente, retirar da tomada aparelhos que não estão sendo usados, trocar lâmpadas incandescentes pelas econômicas; 5 – Utilizar produtos até o fim; 6 – Comprar menos. Quando falamos assim, “comprar menos”, nos referimos diretamente a busca pela necessidade, pois a sociedade em geral vem consumindo em demasia e é necessário rever seus conceitos de consumo. Diminuir o que se consome, visando a necessidade, auxilia muito na preservação do meio ambiente; 7- De forma geral, preservar os recursos que ainda dispomos.

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  • Yes! Nós temos biquíni

    A jornalista de moda e apresentadora Lilian Pacce recentemente lançou o livro Biquiní made in Brazil, com projeto gráfico assinado por Giovanni Bianco. O livro traça a linha do tempo desde a criação do biquíni até os dias de hoje, as diversas formas como foi usado, as modificações ao longo dos anos, seus principais tipos, e como ele marcou a moda mundial. Pra nós é muito simples e nem se percebe, devido ao nosso clima tropical, mas essa peça, aliás, essas duas peças, ao surgir causou muito reboliço. A exposição no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, Yes! Nós temos biquíni, tem curadoria de Lilian Pacce e pode ser visitada até 10 de julho. Reprodução da InternetSobre a mostra Yes! Nós temos biquíni apresenta os aspectos sociais e históricos em que essa peça do vestuário se localiza em diversos períodos. Revolucionária e devidamente apropriada pelos brasileiros se tornou símbolo do nosso país. O traje nasceu na França, em 1946, no entanto tem origem há séculos, por meio de tangas marajoaras do período pré-colombiano, no Brasil, e da evolução dos pesados trajes de banho do século 19. Na exposição é possível perceber as mudanças no comportamento feminino, os padrões de beleza e a relação com a arte. A exposição tem uma criação inédita de Nelson Leirner e obras de artistas como Beatriz Milhazes, Leda Catunda e Rochelle Costi. Fotógrafos como: German Lorca, Thomaz Farkas, Bob Wolfenson, Cassio Vasconcellos, Claudio Edinger e Jacques Dequeker, além de trabalhos audiovisuais como os de Katia Maciel e Janaina Tschäpe e, claro, modelos icônicos de moda fazem parte da mostra. Gisele BündchenReprodução da InternetSobre o biquíni Originado das roupas das antigas roupas de banho, foi criado na França em 1946 pelo estilista francês Louis Réard. Ficou famoso nos anos 50 quando as celebridades, atrizes de cinema americano e pin-ups, começaram a usá-lo. Brigitte Bardot no filme “E Deus criou a mulher”, usou um modelo xadrez Vicky e eternizou a peça no imaginário. No Brasil teve visibilidade por meio das vedetes Carmem Verônica e Norma Tamar. A partir dos anos 60 ele chega as passarelas, com o designer norte-americano Rudi Gernreich, ele deixou de lado a parte superior do biquini fazendo surgir o topless. Nos anos 70 ficou ainda menos, nos 80 nasceu o asa-delta, seguido do fio dental que passaram a ser os favoritos das mulheres. Depois disso a moda praia entra nos circuitos de moda e toma fôlego, que se estende até os dias de hoje por meio de grandes marcas e estilistas famosos. O surgimentos de peças relacionadas e objetos tornaram a beachwear uma onda que não tem fim. O Brasil é o país que sem dúvida mais produz e consome biquínis, é conhecido e reconhecido internacionalmente, pois tem um estilo mais ousado, tem melhor qualidade e modelos mais criativos, que os diferencia dos outros fabricados produtores. Leila DinizReprodução da InternetAqui no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro dos anos 70, ele estava contudo nas areias cariocas, vestindo o corpo de grandes atrizes e modelos. Leila Diniz usou ainda grávida causando comoção geral no país, na época da ditadura. O biquíni causou uma revolução história, uma nova forma de encarar o feminino, o empoderamento das mulheres frente a seus corpos começa a tomar forma para seguir a jornada até os dias atuais. Yes! Nós temos biquíniLocal: CCBB – Rio Rua Primeiro de Março, 66 – Rio de Janeiro/RJ. (21) 3808-2020Data: até 10 de julhoFuncionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.Entrada Gratuita.

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  • Todos precisamos falar de FEMINISMO

    Que vivemos numa sociedade patriarcal e machista isso já sabemos há muito tempo. Social e politicamente a estrutura em que nos inserimos, salvo algumas culturas, é extremamente patriarcal, comanda por homens e para homens. O feminino vem desde sempre sendo posto como algo aquém, a mulher entra como geradora enquanto o homem provedor, podíamos falar isso na época das cavernas, ou no período paleolítico. As coisas vem mudando, os papéis vem se modificando, muitas vezes se invertendo. As mulheres vem ocupando seu espaço de forma lenta e gradativa, no entanto, de um período para cá o feminismo trouxe um frescor a essa busca gerando novas percepções. Reenquadrar a mulher socialmente a retirando das sombras do homem e pondo-a como ser integrante da sociedade, possível de tomar decisões, gerir grandes empresas, falar por grandes causas, assumir riscos e responsabilidades, tem sido um dos maiores focos. “Libere o mamilo”, em tradução literalReprodução da InternetJá é possível ter mulheres em cargos de chefia, e em posições de igualdade com os homens. Opa, eu disse igualdade! Isso, mesmo com modificações e maior abertura de espaço para as mulheres, falta muito para que haja igualdade, mesmo que ocupem cargos de chefia ou destaque, receberão menos que os homens, e por muitas vezes, podem não ter tanta colaboração e credibilidade. É preciso queimar muitos sutiãs ainda para que se tenha, de verdade, uma igualdade entre os gêneros. O feminismo como é visto e praticado hoje tem gerado muitas discussões ótimas sobre essas questões e também grandes quebras de paradigmas. Por mais descontruídos que sejamos, homens e mulheres, ainda está imbuído em nós, em nossa construção social, nosso inconsciente coletivo, o machismo e o patriarcado. Para que possamos desprender dessas velhas máximas é necessário muito embate e debate para que mudanças reais aconteçam. Se pensarmos na liberdade dos corpos, o homem sai na frente em disparada, já as mulheres são acometidas a regras sociais impostas que não fazem o menor sentido, como: usar saia até determinado idade, senão fica feio; não usar tal roupa, para não chamar a atenção; ser submissa; atenta aos deveres do lar; ou seja, às mulheres são atrelados muitos conceitos machistas. E esse discurso muitas vezes é repetido, sem querer, por mulheres, mesmo sem saberem o motivo, pois é algo que já trazem consigo. Essa desconstrução é necessária. Reprodução da InternetImaginemos uma praia, está calor, é verão, homens de sunga ou bermuda, e mulheres de biquíni. Se for curto demais talvez já seja um problema, agora pensa se resolvesse tirar a parte de cima e ficarem com os peitos de fora. Sim, peitos, parte do corpo unissex, que homens e mulheres tem, até mesmo alguns animais. Pois é, o mundo vira do avesso quando isso acontece. A liberdade do corpo feminino é vigiada, isso precisa parar de acontecer. A partir daí surge a ideia da campanha Free the Nipples na busca pela igualdade de gênero nomeada após o filme Free the Nipples, de Lina Esco (2014), de mesmo nome. A campanha afirma que às mulheres e aos homens deveriam ter a mesma liberdade e proteção em termos legais. O movimento promove a igualdade de gêneros e se opões a objetificação sexual imposta a mulher por meio de seu corpo. Indo ainda mais a fundo, fora o corpo existe a idade, como se a mulher tivesse um prazo de validade, já o homem quanto mais velho melhor. Em casos onde elas tema mais idade que o parceiro ainda soa estranho, enquanto eles, nada, é normal. Precisamos muito repensar inúmeras coisas, levar as discussões a público, a escolas, debates, é necessário falar sobre feminismo. Reprodução da Internet

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  • Vintage nunca sai de moda

    Na onda da série Girlboss, recentemente lançada na Netflix, que conta a história de Sophia Amoruso, que iniciou a carreira no mundo da moda vendendo roupas vintage pelo eBay anos atrás, e hoje é dona de uma marca milionária. Resolvemos falar um pouco mais sobre brechós. O vintage nunca sai de moda, garimpar peças clássicas, icônicas, de design diferenciado, é o mais gostoso. Os brechós tem se espalhado cada vez mais, com um tom ainda mais cool, já que a moda tende a olhar para seu processo de produção, e os novos consumidores estão mais ativos no processo em busca por durabilidade e peças únicas, então, viva o brechó. Desde o mais descolado, com peças icônicas, aos mais básicos, com peças e roupas para o dia a dia, o que chama atenção é exclusividade e preço, muitas coisas em ótimo estado de conservação estão a preços acessíveis. Em São Paulo o número de brechós tem aumentado, listamos 4 que achamos bem bacanas. B Luxo É um dos brechós mais famosos de São Paulo, tem a curadoria de Johnny Luxo. Lá é possível encontrar de tudo, possuem instagram e facebook da loja, que fica na Augusta, 2.393. Por lá, no B Luxo, é possível encontrar grandes marcas e peças únicas, vale conferir. Reprodução da InternetHeart of Gold As peças do Heart of Gold são vendidas pelo instagram do brechó, algo bem intimista que dispensa a loja física. O curador é Leonardo Marcílio que inspirado no brechó de sua mãe iniciou o processo de garimpo de peças. Reprodução da InternetTrash Chic Um brechó de grandes marcas como Chanel, Dior, Celine, Marc Jacobs e muito mais. Dá pra encontrar aquelas peças que são um sonho de consumo por preços mais em conta. Funcionando desde 1992, o brechó Trash Chic, tem um grande número de seguidores e vende tanto na internet, quanto na loja física na Rua Paraguai, 21, Jardim Paulista. Reprodução da InternetCasa Juisi Local de peças incríveis, um mix arte/moda/vintage, dá pra encontrar peças descoladas pra montar looks cheios de estilo. A apresentação das peças da Casa Juisi tem uma pegada super artística que já dá uma inspirada pra montar seu estilo. Situado na Sé, à Rua Alberto Simonsen, 108. Reprodução da Internet

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  • Ciranda de Pedra

    Depois de personagens na novela das nove e das sete, Cleo retornou à TV como Margarida, em Ciranda de Pedra, inspirada na obra homônima de Lygia Fagundes Telles, escrita por Alcides Nogueira. A primeira versão da novela foi ao ar em 1981, em 2008 Ciranda de Pedra retornava, não como remake, e sim como uma nova adaptação da história. A trama girava em torno de Laura (Ana Paula Arósio), mulher inteligente e culta casado com um advogado bem sucedido, no entanto, ela era acometida por distúrbios emocionais. Ela é tratada por Daniel (Marcelo Antony), médico e seu ex namorado, que esconde no início da novela que ainda é apaixonado por ela. Depois de problemas familiares Laura decide se separar de Natércio (Daniel Dantas), e ele por sua vez ameaça persegui-la e interná-la em um sanatório. Reprodução: TV GloboDepois que vai morar com Daniel na Vila Mariana, ela conhece Margarida, personagem vivida pela Cleo, uma jovem professora que é apaixonada por Eduardo (Bruno Gagliasso), um jovem engenheiro que acaba de chegar à cidade. Margarida é uma das primeiras personagens de Cleo com um tom mais romântico, no estilo mocinha. As outras eram do tipo mais rebelde e sensual. Margarida é uma garota sonhadora. Romântica, doce e elegante. Leva sua profissão com muito amor e convicção e é como uma mãe para as crianças. Ao longo da novela se apaixona por Eduardo, eles namoram, mas ele se apaixonara por Virgínia (Tammy de Calafiori) filha de Laura. O fim da trama revela um final feliz para a Margarida. Ciranda de Pedra foi uma novela em que haviam muitos personagens femininos em destaque, e tratava de diversos assuntos, entre eles a posição da mulher na sociedade e sua emancipação, já que a trama era ambientada em 1958. Pode-se dizer que foi uma obra em que se pode falar bastante sobre a mulher, suas diferenças e a busca pela igualdade. O autor Alcides Nogueira se inspirou na trama de 1981, mas inseriu um núcleo cômico que não tinha na primeira versão, e o personagem Eduardo foi um dos poucos elementos aproveitados.

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  • Na cama com Cleo

    Que ela adora posar para fotos, fazer ensaios por aí a gente sabe. Mas a Cleo também curte postar fotos na cama, ao acordar, indo dormir ou até mesmo na noite de insônia, que se tornam lindas imagens dela nesses momentos íntimos e descontraídos. De cara lava sem preocupação, retratam o cotidiano, e quem não gosta de ver? Hein? “Cama é um lugar que eu gosto. Eu não paro em casa e não durmo muito. Quando eu fico mais cansada, eu me sinto mais à vontade na cama, mais bonita. Fico lendo, penso em coisas que eu acho bonitas e sexys, e como seria se eu fizesse…Daydreamin. E eu adoro foto,” Cleo. Listamos 6 imagens que mostram que a cama também pode ser um bom cenário para fotos, olha aí: 1 – Vamos lá, do começo, da época em que o site era só um projeto. Foto tirada dias antes do lançamento do site em São Paulo, Cleo tava super cansada com os ajustes finais e muito excitada com a novidade, mas o cansaço não deu trégua. 2 – Houve um período também em que ela fez quase uma sequência de fotos como essas aqui, olha só o detalhe das tatoos. Em destaque a tatuagem “Hunter”.   3 – A hora do sono também não ficou de fora, e como ela sabe rir de si mesma, nada com um bom bocejo. 4 – Mas a cama também serve como lugar de experimento. Deixa a Cleo lá de bobeira, que pode rolar umas fotos assim, como essas, divertidamente sexys com adesivo nos mamilos. 5 – Numa pegada mais sensual ela fez fotos para a campanha “Essa minha Mulher”, com o intuito de mostrar a beleza natural sem o uso do Photoshop. 6 – Nos momentos de insônia, naquela hora em que não tem o que fazer, bora tirar fotos, ler um livro e sei lá mais o que. 7 – E tem vezes ainda que dá pra ser pega despercebida no clique.

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  • Precisamos falar sobre a Chechênia e a perseguição aos homossexuais

    Imaginem se uma frase dessas passa a ser lida como algo normal: “Se tais pessoas existissem (homossexuais) na Chechênia, a lei não teria que se preocupar com elas, já que seus parentes teriam os enviado a um lugar de onde nunca voltariam”. Essa frase assustadora se refere a perseguição aos homossexuais que vem acontecendo na Chechênia e que recentemente veio à tona para o mundo. Em março desse ano o jornal russo Novaya Gazeta, publicou que dezenas de homens com idades entre 16 e 50 anos foram detidos devido sua orientação sexual não tradicional, ou suspeita disso. Eles foram presos e torturados. Pelo menos duas pessoas haviam sido mortas por suas famílias devido a sua sexualidade. O nível de homofobia na Chechênia é alarmante e tem chamado a atenção internacional. Após denúncias foi tomado conhecimento mundial de que lá existem campos de concentração para homossexuais. De acordo com depoimentos as vítimas são pegas de surpresa e levadas para esses locais onde são espancadas por policiais e até mesmo por outros presos, com o intuito de represália devida a sua sexualidade. Algo que não deveria servir motivo para tal, ou melhor, nada dá o direito à tortura e espancamento de pessoas. No entanto, a sociedade chechena é extremamente conservadora, fundamentalista e homofóbica, os violentos conflitos separatistas nas últimas décadas, ocorridos no governo de Ramzan Kadyrov, um líder autoritário que tem sua própria milícia privada e é bastante leal ao presidente da Rússia, Vladimir Putin são recorrentes e aterradores. Em comunicado, o porta-voz de Kadyrov, Alvi Karimov, disse que os relatos de detenções eram “mentiras” e afirmou que homossexuais “simplesmente não existem na república”. Imagem: Ruslan Shamukov/ITAR-TASS/ZUMAPRESS.comA perseguição Um jovem ex-presidiário, em depoimento ao jornal britânico The Guardian reafirmou as denúncias. Ele descreveu que foi chamado para uma reunião, por um conhecido, e ao chegar no local foi pego por policiais e levado. A reunião nada mais era que um emboscada que o levaria ao centro de tortura. Segundo ele ao chegar ao local haviam seis pessoas uniformizadas afirmando que ele era gay. Ele foi colocado numa cela onde foi espancado, no local haviam mais 30 pessoas. “Pessoas diferentes entravam e se revezavam em turnos para nos espancar. Algumas vezes, traziam outros presos, a quem diziam que éramos gays e ordenavam que eles também nos batessem”, disse Adam (nome fictício do jovem) ao jornal The Guardian. Depois de vários dias foram liberados e voltaram para suas casas e familiares. Alegria e salvação? Só que não, a situação continuou difícil, pois agora os pais sabiam da orientação sexual e deveriam agir para manter a honra da família, o que significa ser morto. Imagem: Maxim ShemetovGuerra santa Segundo a jornalista Elena Milashina, que concedeu entrevista à BBC falando das torturas, mais de 15 mil religiosos e altos membros da sociedade chechena se reuniram na maior mesquita de Grozny para anunciar o que chamaram de jihad, ou guerra santa, contra ela e outros jornalistas do jornal Novaya Gazeta. “Anunciaram que as pessoas e o jornal que escreveram sobre esse assunto destruíram a honra da nação e deveriam enfrentar a Justiça”, disse. Apelos mundiais foram mandados ao presidente russo Vladmir Putin, no entanto nenhuma solução foi tomada. A Chechênia mesmo fazendo parte da Rússia é autônomo e muitas vezes as decisões tomadas por Kadyrov, Alvi Karimov passam por cima de Putin. Dessa vez nem houve discussão sobre poder ou deveres, um porta-voz do presidente Vladimir Putin declarou que não tinha informações sobre as acusações feitas pelo jornal ou pelos ativistas, mas aconselhou os que tivessem reclamações que “entrassem em contato com as autoridades”. Putin é conhecido por sua forma hostil de lidar com a comunidade LGBT no país. Desde 2013, o governo tem uma lei contra a propaganda gay, impondo severas restrições às expressões públicas dessa comunidade. Atitude conivente com a forma drástica que o líder checheno tem tomado contra os homossexuais. Reprodução da InternetÉ preciso fazer algo! Aqui são pequenos relatos e um pouco do que vem acontecendo na Chechênia e que não podemos, não devemos e não vamos fechar os olhos. ONGs espalhadas pelo mundo, líderes, celebridades e muitas pessoas ligadas ou não aos direitos humanos vem se pronunciando nas redes sociais pedindo visibilidade mundial a estes casos dos campos de concentração. Uma campanha para chamar a atenção para o caso foi lançada mundialmente. Por meio da hastag – #Kiss4LGBTQrights, são postados nas redes fotos de beijo entre pessoas LGBT e quem é a favor da causa. A postagem é acompanhada de uma marcação de localização no Kremlin em Moscou. É simples participar, é só beijar, fotografar, usar a tag e marcar a localização citada. Não podemos deixar que esse tipo de atitude se espalhe pelo mundo, os direitos humanos devem ser garantidos independentes de orientação sexual, religiosa, política ou social. Reprodução da Internet*Crédito da imagem do post: REUTERS: Alexander Demianchuk

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  • Trend de Outono – Estilo Militar

    O estilo militar vem inspirando a moda desde os anos 40, está presente em diversas temporadas de moda e continua como trend para esse outono/inverno. Seja em tons de verde ou azul o militarismo está com tudo. Para compor um estilo com peças militares pode-se dispor de um look total ou peças que deem o toque especial. Camisas nesse estilo, assim como jaquetas, vão super bem quando misturadas com calça jeans, saias e até mesmo bermudas. O verde militar pode ser usado em diversas situações e dá um toque forte ao look. Também se pode usar o camuflado ou as variações de verde. Quando pensamos em estilo militar esquecemos, muitas vezes, de que o azul e os tons terrosos, também são cores de uniformes. Nas últimas temporadas de moda ele veio com tudo e pode ser visto por aí nos looks. Peças em alfaiataria, com cortes assertivos, bolsos, ombreiras e arremates podem trazer o tom militar também para o estilo, sem mesmo precisar usar as cores verde ou azul, podendo deixar somente para a modelagem a pegada mais clean do militarismo. Looks monocromáticos também são interessantes, podemos pensar em macacões, calças e casacos e até em camisas e saias. Os acessórios são um a boa pedida para dar o tom do visual, bolsas, sapatos, brincos e colares podem e devem, se unir à composição para finalizar o look. Pequenos detalhes muitas vezes ficam mais interessantes que grandes peças ou um visual total militar, mas vai de pessoa pra pessoa, o negócio é criar. Dá também, pra reaproveitar peças de outras estações para criar o estilo, pegar a camisa do namorado, já que o estilo boyfriend continua, misturar sua calça com o casaco dele com aquela camisa que você tem da outra temporada e pronto, um visual antenado sem ter que gastar.

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  • Dra. Jana fala de tratamento para Melasma

    Melasma é um problema que acomete muitas mulheres, são manchas amarronzadas, principalmente no rosto, relacionadas a questões hormonais. Proveniente muitas vezes do uso de métodos anticoncepcionais que geram modificações no sistema interno ocasionando essa manchas. Cleo já deu seu depoimento afirmando que tem melasma e como lida com isso em vídeo para matéria aqui do site. Fomos atrás de mais explicações e dicas de como proceder de forma correta. Cleo fala como se previne dessas manchas marrons no pele Dra. Janaína Barboza, médica Ortomolecular, afirma que as manchas são provenientes de disfunção hormonal relativa a produção de progesterona, e que sim, tem cura, se o tratamento for feito corretamente. “A causa existe é conhecida e definida, você mede através de exames e você trata o melasma com progesterona bioidentica e ovulação”, ressalta Dra. Janaína. No entanto, métodos e cuidados para a pele ajudam a amenizar. O uso de protetor solar moderado auxilia a não aumentar as manchas enquanto se realiza o tratamento de disfunção hormonal com a retirada da pílula e também, com progesterona bioidentica em um gel de nanossomas (aqui podemos contar com a nanotecnologia), é fundamental. “Não é recomendado tratamento domiciliar, estas manchas são profundas, originadas de algo maior, a deficiência de progesterona. Por isso deve ser tratada de dentro pra fora e não ao contrário, afirma Dra. Janaína. O ponto de vista da Cleo e da Dra. Janaína é de que antes de tratar as manchas é preciso tratar da saúde, uma vez que o corpo esteja alinhada internamento essas marcas, ou expressões de que há algo errado, deixam de aparecer. Isso leva um tempo, lógico, e necessita de um entendimento de cada um de que ao tratar a saúde se previne coisas desse tipo. “A mancha só sinaliza erro metabólico dentro do corpo. Existindo sim tratamento definitivo, equilibro hormonal, mas nunca feito com anticoncepcionais. Pílula é contra indicação absoluta”, diz a Doutora. O dermatologista para fazer o diagnóstico do melasma busca reconhecer sua aparência por meio do uso da luz negra (lâmpada de Wood). É mais comum que seja diagnosticado o tipo misto de melasma e muito raramente é necessário uma biópsia da pele para excluir outras causas para a hiperpigmentação do local. Peles mais escuras estão mais propensas a sofrerem dessas manchas por terem mais melanina. No entanto, para não ficar tratando as manchas com soluções superficiais, na pele, é preciso ir mais fundo em busca do equilíbrio da saúde.

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  • Cobras & Lagartos: Cleo vive Letícia

    Se o primeiro personagem não se esquece, o segundo também, pois a responsabilidade é grande. No entanto, parece que a Cleo nem teve tempo para esse tipo de sensação. Em 2006, ela estava no elenco da novela Cobras & Lagartos, da faixa das 19h, com autoria de João Emanuel Carneiro, a trama substituiu Bang Bang. Repleta de grandes nomes da dramaturgia brasileira foi um dos grandes sucessos do horário, sendo reprisada em 2014 no “Vale a Pena Ver de Novo”. E tendo sida apresentada no Novelão, quadro do programa Vídeo Show, em 2012. Sinopse da Novela Um milionário (Francisco Cuoco) descobre que está doente e que tem pouco tempo de vida. Decide se disfarçar de Pereira, um faxineiro da Luxus, sua propriedade, e se aproximar das pessoas que o cercam. O plano dele é identificar um homem que seja honesto e íntegro para ser seu herdeiro, por meio de um testamento. Para isso ele conta com a ajuda se sua sobrinha Bel (Mariana Ximenes). Durante um assalto Pereira conhece Duda (Daniel Oliveira), eles se tornam muito amigos, e se auxiliam. Duda é motoboy, músico e se apaixona por Bel. Na trama ainda muitos outros personagens fortes e interessantes se destacam. Marília Pêra deu vida a personagem Milú, elevando o grau de diversão. Imagem: TV GloboSobre Letícia O personagem de Cleo era Letícia, é amiga e confidente de Bel. A gente vê aí o segundo trabalho de Cleo e Mariana, juntas. Letícia é filha de Otaviano (Herson Capri) e Celina (Ângela Vieira) e irmã de Júlia (Luiza Mariani). Ela é apaixonada por motociclismo, tem um comportamento revoltado e até mesmo masculinizado, escondendo sua beleza. Tem um grande romance durante a trama com Luciano (Carmo Dalla Vecchia), que precisou emagrecer 10kg para dar vida ao personagem que sofria de fuga psicogênica e em parte da trama esteve preso. Letícia não vivia as boas com o meio-irmão Estevão (Henri Castelli) por desconfiar de suas falcatruas junto da vilã Leona (Carolina Dieckmann), rival de Bel. Cobras e Lagartos fez muito sucesso com seus personagens que até hoje são lembrados, como Foguinho (Lázaro Ramos), Leona (Carolina Dieckmann) e diversos outros. Vendida para muitos países é fácil ver na internet cenas da novela dubladas em diversas línguas. Letícia teve seu final feliz em 17 de novembro, com o final trama.

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  • Tendência de inverno: Mesh

    Direto dos anos 90, a segunda pele voltou com tudo como tendência outono/inverno e pode ser vista nos looks das celebridades e fashionistas. Ela dá um toque sexy ao visual e pode ser usada de forma diferentes, seja mais ajustada ao corpo ou utilizando a transparência em blusas mais soltinhas. A transparência chega para complementar outra tendência, que é a Lingerie à mostra. Fora do país essa trend é chamada de Mesh. Pode ser uma segunda pele total, um detalhe, um recorte em tule, uma blusa mais folgada, com mangas mais largas, quem sabe bufantes. Tudo pode na transparência que se completa com a lingerie, que pode ser de renda, com recortes, ou até mesmo bem minimalista, vai do estilo de cada uma. A Cleo curte transparência e a gente pode ver ela usando essa trend já faz algum tempo. Dicas de looks com segunda pele Pode ser usada com calça jeans de cintura alta, e pode ter lavagens diferenciadas; Você pode escolher vários tipos de segunda pele, desde preta, nude, branca até outras cores, basta dar uma garimpada por aí; Vestidos coloridos e estampados vão super bem com segunda pele preta; Combinar a cor da blusa com lingerie deixa o look sofisticado e sexy na medida; Segunda pele com lingerie cai muito bem com jaquetas, seja de couro, jeans ou até mesmo casacos de pelo; A dica mais importante é respeitar seu estilo próprio e brincar com a tendência. Nos exterior as celebridades tem usado, e muito, esse tipo de combinação, confere aí na nossa galeria quais as famosas que tem seguido a tendência.

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  • Lurdinha, a primeira personagem na TV

    As manchetes da época diziam: “Cleo Pires vai estrear em nova novela, América”. A personagem era Lurdinha, na novela escrita por Glória Perez para o horário nobre. Depois de ter feito seu primeiro filme, Benjamim (2004), esse foi o primeiro trabalho da Cleo na TV. Lurdinha era uma típica adolescente. Comunicativa e descolada ela estava sempre surpreendendo Glauco (Edson Celulari), homem mais velho com quem tem um romance, pai de sua amiga Raíssa (Mariana Ximenes). As atitudes de Glauco para conquistar Lurdinha pouco eram percebidos por ela, às vezes ela até achava graça, devido a diferença de idade de ambos. Reprodução: TV GloboComo primeiro personagem, o desafio de Cleo como atriz foi trazer à tona a sensualidade de Lurdinha na medida certa, ela jogava com isso o tempo todo da trama, seduzindo Glauco e deixando transparecer constantemente sua forma sexy de agir. Parece fácil pra Cleo por ela já ser e agir de forma sexy naturalmente, mas a interpretação foi certeira sem deixar cair no clichê ou abusar demais. Um pouco mais sobre América (2005) América estreou em 14 de março de 2005, tinha como protagonista Deborah Secco vivendo a personagem Sol, uma garota de origem humilde que é atraída por promessas de trabalho e vida melhor nos Estados Unidos. Depois de entradas frustradas no país ela entra ilegalmente no país. Acaba se envolvendo sem querer em contrabando de drogas. Entre as idas e vindas Sol tem um romance com Tião (Murilo Benício). A trama das 21h começou sob direção de Jayme Monjardim que foi substituído por Marcos Schechtman. Foram abordados temas como deficiência e homossexualidade, no romance entre dois peões, chegando até a ser gravada a primeira cena de beijo gay, que acabou não indo ao ar, mesmo assim causou grande frisson na mídia dando visibilidade a temática.

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  • Club Noir encena dois espetáculos em mostra autoral

    Noir é uma estética, uma forma de produzir ou em simples tradução – escuro, negro. Com essa premissa a cia Club Noir de São Paulo traz a cena teatral brasileira montagens e pesquisas únicas. Até seis de junho na sede da cia, situada à Rua Augusta, 331 – Consolação, acontece a Mostra Club Noir. Às segundas-feiras é apresentado o espetáculo Anátema, com direção de Roberto Alvim, encenado pela primeira vez há aproximadamente 10 anos. Na terça-feira está em cartaz o espetáculo Comunicação a uma academia. Reprodução da InternetOs espetáculo são dirigidos por Roberto Alvim e encenados por Juliana Galdino, em Anátema ela dá voz a uma assassina em série que trata a morte como amor e salvação pelas ruas da cidade em meio a uma crise acerca do sentido da vida. Um monólogo único, um exercício cênico onde Juliana expressa o dinamismo vocal e corporal preciso, típico seu e da cia. Em Comunicação a uma academia, espetáculo que rendeu a atriz indicação ao prêmio Shell de teatro em 2009, um macaco metamorfoseado em homem está sendo vigiado por um guarda (Caio Daguilar), faz seu relato aos membros de uma Academia. Fala de sua história e sobre o processo que o transformou num homem, aprendendo a apertar mãos, fumar cachimbo, beber e a falar como um humano. Reprodução da InternetNos dois espetáculos do Club Noir o existencialismo e a crise de identidade frente a atualidade aparecem de forma contundente por meio de personagens muito específicos e encenações que beiram o confessional. O intimismo é notório nas duas peças, ambas comunicam direto ao expectador. O Noir que dá nome a cia pode ser sentido no tom das interpretações, no cenário muitas vezes minimalista e na iluminação sutil, fazendo reverência a silhueta, a sombra, deixa por dizer, e até mesmo dizendo muito por meio do escuro. Anátema Texto e direção: Roberto Alvim com Juliana GaldinoHorário: segundas às 20hIngressos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)Temporada: de 17 de abril a 5 de junhoDuração: 50 minutosClassificação: 14 anos Comunicação a uma academia Texto: Franz KafkaDireção: Roberto Alvim com Juliana Galdino e Caio DaguilarHorário: terças às 20hIngressos: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia)Temporada: de 18 de abril a 6 de junhoDuração: 50 minutosClassificação: 14 anos *Bilheteria somente em dinheiro

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  • Vem saber como votar no Prêmio Jovem Brasileiro

    A Cleo e o nosso site foram indicados ao Prêmio Jovem Brasileiro 2017 nas categorias: Melhor atriz jovem – Cleo Pires Melhor site /blog – www.cleopires.com As votações estão abertas para escolher os 10 finalistas de cada categoria. Para você votar é fácil, montamos um passo a passo onde mostramos que não tem erro e nem desculpa pra não participar, olha só: 1º Passo: Primeiro de tudo é preciso fazer um cadastro no site do PJB – Prêmio Jovem Brasileiro, coisa rápida, sabemos que o tempo é curto, mas é rápido mesmo. Você precisa cadastrar seu e-mail e criar uma senha de login. Pronto! Imagem de votação pelo PCImagem de votação pelo PC2º Passo: Depois de cadastrado você clica ao lado em VOTE AQUI! e comece a votar. A partir daí tem a explicação certinha na página da votação. Imagem de votação pelo PC3º Passo: É preciso votar em cada uma das 8 categorias. Sei, parece demorado novamente, mas não é. É bem divertido apostar qual dos ídolos vai levar a melhor. A Cleo está concorrendo na categoria Melhor Atriz Jovem, a primeira pergunta a ser respondida. Imagem de votação pelo PCE o site www.cleopires.com na categoria blog/site. Basta você escrever o nome deles no espaço, e os demais artistas que quer indicar e clicar em ok. Imagem de votação pelo PC4º Passo: Após responder votar em uma pergunta de cada categoria você está pronto pra fechar a votação. Clique na verificação ao lado do botão verde e depois em VOTAR. Pronto!! Imagem de votação pelo PCImagem de votação pelo PCVocê pode votar quantas vezes quiser, e para o fã que tiver o maior número de votos e de troféus levará a capa do Super-Fã. O reconhecimento para fãs que fazem o sucesso da premiação, quem mais votar e interagir nas redes sociais do PJB ganhará o título de SUPER-FÃ e receberá uma “SUPER-CAPA” autografada pelos ídolos jovens do PJB 2017. DICA: Pra você que quer concorrer ao troféu Super-fã, dá pra acompanhar na página do site, todas as vezes que você já votou e o número de votos necessários para ganhar cada troféu. Indicando 3 amigos pra votar no PJB você desbloqueia o Troféu Amigo. Bora se divertir!? Depois dessas dicas fica fácil votar nas categorias que a Cleo concorre, e pra você que é fã e curte um desafio, essa brincadeira dos troféus, dos votos, é muito divertido. Muitos artistas que curtimos já ganharam o Prêmio Jovem Brasileiro: Hugo Gloss, Anitta, Fabio Porchat, Luan Santana, Ivete Sangalo e vários outros. Participem, nós já estamos votando!

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  • Casa de Criadores comemora 20 anos

    Há 20 anos, era idealizada a Casa de Criadores, por André Hidalgo, abrindo espaço para novos estilistas mostrarem seus trabalhos. Nascida no circuito com cara de contra cultura fashion, era anos 90, o boom das universidade de moda, os estilistas passavam a deter mais técnica e as criações dialogavam ainda mais com o mercado e a universalidade proposta pela moda, mas dessa vez agregando conceitos novos como a brasilidade e a exclusividade dos trabalhos. Duas edições da 41 ° Casa de Criadores podem ser esperadas este ano, a primeira está marcada para acontecer entre os dias 8 e 12 de maio, no Espaço Oficina, na Barra Funda em São Paulo, próximo a D-edge. Nela serão apresentadas as apostas para o verão 2017. Muita coisa mudou no circuito fashion desde o início da casa dos criadores, a forma de produzir moda no Brasil também, e a Casa continuou interagindo com as mudanças do mercado e trazendo inovações. Foram lançados mais de 300 estilistas, e marcas, e também, foram realizados mais de 800 desfiles. Muitos estilistas e modelos famosas como o caso de Gisele Bundchen, já passaram pelo projeto. Ela desfilou em 1997 para Jeziel Moraes, ainda como “New face”. Foto: Divulgação Casa de CriadoresFalando em estilistas e marcas dá pra citar muita gente bacana que passou pela Casa de Criadores durante os 20 anos: Marcelo Sommer, Cavalera, Emicida, Ronaldo Fraga, André Lima, Karlla Girotto, Mário Queiroz, Lorenzo Merlino, Fábia Bercsek, Priscila Darolt, Cotton Project, Giselle Nasser, Samuel Cirnansck, Rita Wainer, Juliana Jabour, Icarius, Jeziel Moraes, Walério Araújo, João Pimenta e Gustavo Silvestre, entre várias outras marcas de expressão no cenário da moda nacional. O poder feminino na passarela Novos estilistas tem iniciado carreiras promissoras com suas coleções sendo apresentadas no evento. Marcello Martins estilista da MRTNS, marca de beachwear que já está em seu terceiro desfile na Casa de Criadores, começou como stylist da marca de um amigo que participava do projeto, logo já estava com sua própria coleção nas passarelas. “A primeira coleção, foi uma extensão do tema que eu já tinha do meu trabalho de conclusão da universidade, foi sofrido e divertido. Percebi como dava trabalho produzir um desfile, pesquisa de material, de mão de obra, verba, tudo, mas deu super certo no final”, diz Marcello. Acho que o projeto é interessante pois ele coloca pro mundo o novo olhar da moda e como ele tá há 20 anos no mercado, muita gente do SP Fashion Week acabou saindo de lá. A casa te projeta pra vários lugares, tanto que tem o Be to Be. Se você ganha, vai para as feiras internacionais, eles se preocupam com o estilista, com a marca e auxiliam a impulsionar no mercado. No meu segundo desfile as pessoas começaram a me conhecer. Ajuda muito quem tá começando. Sobre a coleção criada para a 41° Casa de Criadores Marcello diz ter se inspirado numa espia russa super sexy, que tem que espionar uma pessoa. Com referências que passam por Guy Burdin, Helmut Newton e anos 80. “Podem esperar um look totalmente 80 com batom vermelho, ombreia, salto alto. Super power, um desfile de empoderamento da mulher. O que é a mulher da MRTNS, leve, elegante e bem forte”, ressalta o estilista. Cleo Pires de MRTNS, Editorial Dark Fetish – Foto: André SchiliróConfira o line-up completo abaixo! 8/05 – segunda-feira Abertura: diegogama / Brechó Replay Fernando Cozendey Rober Dognani Filipe Freire Cemfreio 9/05 – terça-feira Också Felipe Fanaia Tarcisio Brandão Weider Silveiro 10/05 – quarta-feira Projeto Lab: Neriage por Rafaella Caniello, ACRVO, Rocio Canvas, Senplo, Carol Funke e Renata Buzzo Diego Fávaro Rafael Caetano Alex Kazuo 11/05 – quinta-feira Karin Feller para Di Gaspi Igor Dadona Ben Isaac Silva 12/05 – sexta-feira Vídeo – Gustavo de Carvalho Ale Brito Heloisa Faria MRTNS FILA por Der Metropol 20 anos Casa de Criadores – 41ª edição Data: 08 a 12 de maio/2017Horários: 18h às 20h30 (Lounge) 20h30 às 22h (Desfiles) 22h às 23h (Lounge) Local: Oficina Al. Olga, 187 – Barra Funda, São Paulo – SP (em frente ao clube D-edge)

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  • Brave Kids: novos caminhos para crianças cariocas

    O ator Creo Kellab quando criança fez parte de um projeto social em Minas Gerais, iniciou como voluntário no projeto Mais Caminhos após perceber a necessidade de retribuir o auxílio que recebera outrora. Ao longo de sua carreira, o mineiro, ao mudar-se para o Rio de Janeiro passou por inúmeras ocasiões, morou por meses na rodoviária do Rio, onde pode contar com auxílio de amigos e parceiros de trabalho até firmar-se como ator. Tempos depois, ao perceber que a vida dá algumas coisas e empresta outras, afirma ele, surgiu a necessidade de retribuir tudo que recebera desde criança. “Sempre participei de projetos sociais aqui e ali. Mas pensei o que poderia fazer de verdade. Daí veio na cabeça à vontade e devolver o que eu recebi da vida. Iniciei como voluntário no Brave Kids, por meio do Mais Caminhos e entendi o real sentido da troca, cooperação e ajuda”, ressalta Creo. Morador de Ipanema, próximo das comunidades Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, iniciou seu trabalho no Mais Caminhos como professor de teatro, dando aulas para crianças em idade pré-escolar para que elas pudessem exercer sua criatividade e a partir dela mostrar novos rumos e possibilidades dentro e fora das comunidades. Há dois anos recebeu o convite para ir à Polônia representar o Brasil, como líder de equipe, no projeto chamado Brave Kids, que une 20 países por 27 dias para discutir melhorias para crianças menos favorecidas, oferecendo esperança através da cultura de cada país. Foto: Acervo pessoal de Creo KellabCreo participou como líder de seis crianças de 8 a 14 anos, criando um espetáculo que mostrava o Brasil, a comunidade, ponto de vista histórico de alguma expressão cultural. Foi certeiro o sucesso dos espetáculos e as participações em 2015 e 2016, culminando na chamada para fazer parte da equipe de direção do show final de 2017, de encontro dos 20 países participantes, com aproximadamente 120 crianças no palco, para um único show. Este ano o projeto final de encontro das equipes, incluindo o Mais Caminhos, único representante brasileiro no projeto acontecerá em Julho na Polônia, no entanto é necessário auxilio para que o Creo possa estar presente representando o Brasil na direção desse projeto. Com a ideia de angariar fundos para participar vou criado um financiamento coletivo no Vakinha.com para que custear os gastos básicos da ida do líder para a Polônia para realização do projeto final. Parar participar basta acessar o link e doar. “Estou muito feliz com o convite do Brave Kids deste ano e minha expectativa esse ano é poder usar todas as ferramentas que aprendi com o trabalho social e canalizar toda minha energia em função de 200 crianças carentes, e refugiados que lá estiverem. Vai ser incrível ser o primeiro brasileiro a compartilhar esse sentimento mundial de união, pontua Creo. CLIQUE AQUI PARA CONTRIBUIR Mais Caminhos Fundada em 2009, o projeto Mais Caminhos tem como objetivo promover a educação e maximizar o potencial de crianças e adolescentes carentes das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo do Rio de Janeiro no período contrário ao seu turno escolar. Auxiliar esses jovens a realizar seus sonhos e fazê-los se empoderarem para que construam um futuro melhor e diferente é o foco principal do projeto que oferece apoio educacional e financeiro necessário para melhorar suas perspectivas futuras. No Mais Caminhos é criado um ambiente encorajador onde crianças e adolescentes carentes são tratados com respeito e tem a oportunidade de desenvolver habilidades e conhecimentos para capacitá-los para o caminho de uma vida bem-sucedida. Brave Kids O projeto Polonês Brave Kids tem como objetivo proporcionar o entendimento transcultural entre jovens e crianças de diferentes países e culturas, por meio de processo artísticos colaborativos. Reunir crianças de diversos locais do mundo com o intuito de trocar informações e experiências e inspirá-las a vislumbrar possibilidades de um mundo e um futuro melhor. Jovens de diversos países, divididos em equipes se encontram na Polônia, onde ficam hospedados em casas de voluntários, durante o período apresentam seu projeto artístico, participam de debates e da criação de um espetáculo que reúne todas as equipes. A troca artística aproxima as crianças e suas culturas, mostrando que existem muitas possibilidades de existir e trocar. Expressar sobre como é a vida no seu país de origem traz um entendimento maior por parte dos jovens. Coma orientação de facilitadores, os jovens participantes também são apoiados para ensinar e liderar uns aos outros, incentivando-os a trocar ideias, habilidades e abordagens. Os participantes são apoiados para descobrir seu próprio potencial e valor, o que aumenta a sua confiança e aspirações.

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  • Amor em Dobro

    AMOR EM DOBRO Minha mãe e eu na campanha inédita da Plié! “Esse meu retorno na nova campanha da Plié, foi de uma troca absurda, nunca tinha imaginado posar pra uma campanha de lingerie com minha mãe e confesso, AMEI!!! Não é porque é minha mãe, mas WOW! Que corpo e que troca tivemos no dia das fotos. Ela sempre me inspirou pela forma particular de passar sua experiência e aqui, escolhemos peças que são muito a nossa cara, que mostram nossas semelhanças e principalmente, nossas diferenças. Foi um dia de descobertas inusitadas, as roupas vestem muito melhor quando você escolhe a lingerie correta. E se isso for capaz de empoderar as pessoas ou seduzir pela beleza não obvia, porque não???” – Cleo Pires “Todo mundo sabe que eu adoro um corset e como não tenho medo de buscar o novo, me joguei na tecnologia dessas peças. Minha Mãe escolheu esse Corset 50320 por ser mais fácil de usar, só tem barbatanas atrás, mas ele já deixa a coluna certinha e reduz em até 5 cm a cintura. Por baixo da camisa, ela usou o Soutien Light Touch 50133, que tem bojo super levinho, só pra dar aquela modeladinha básica e criar o contraste com a camisa . Eu que já uso corset 50327 desde sempre, prefiro os mais estruturados, como esse aqui que tem barbatanas em V que diminuem a cintura em até 7cm. Claro que a peça vai instigar novos comportamentos… Love it! E por baixo da Tshirt, escolhi um soutien super cool e sem bojo algum (Soutien Básico de Sustentação 50146), só pra dar aquele contraste no branco e modelar na medida certa.” – Cleo Pires EU QUERO EU QUERO EU QUERO EU QUERO Dois Tons, Duas Pessoas “Nem todo mundo sabe que a Plié tem dois tons de pele, o que diferencia, individualiza e estimula a escolha. Eu sempre quero sair do óbvio, por isso o fendi foi minha opção, um tom mais seco, mais frio, diferente da minha mãe que preferiu o base, mais rosadinho. Parecidos? Um pouco… mas completamente diferentes, como minha mãe e eu! O mesmo soutien da outra foto, você acha que ela amou ou não? Outro best seller da Plié, essa Bermuda 50069 é ideal pra usar embaixo de vestidos justos. Super democrática como a moda deve ser, veste do 38 ao 58. Incrivel! Escolhi esse top (Top Nadador Sustentação 50113) porque além de sustentar ele tem um decote lindo atrás, e no preto fica super sexy. E a Calcinha Cintura Alta 50041 dá aquela acinturada, modela tu-do!!! O mais fantástico é que o fato dessas duas peças também irem até o 58 cm faz a gente repensar e ver beleza nas imperfeiçoes; como eu, como você e como qualquer mulher que se ame acima de tudo e de todas as convenções.” – Cleo Pires EU QUERO EU QUERO EU QUERO EU QUERO EU QUERO EU QUERO – Cleo Pires Confira outras novidades diretamente no site da Plié

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  • Não ao MACHISMO!

    Ser mulher ainda é um desafio social, ainda mais no universo acadêmico onde o maior número de doutores, mestre e PhD’s são do gênero masculino. Velado ou não ainda se pode ouvir pelos corredores das universidades que alguns cursos são de homens e outros de mulheres, como se nesse século ainda fosse possível repetir o discurso errado de outras gerações. Pois é, não há distinção, todo mundo deve e pode estudar o que quiser. Pensemos nas meninas, mulheres, dos cursos de engenharia, local altamente masculinizado, foquemos em especial no faculdade de engenharia da maior universidade do país, a Universidade de São Paulo (USP). Preconceitos como machismo, descrédito, assédio, são atitudes que essas mulheres enfrentam diariamente. O modo que elas encontram para se unirem contra essas agressões é que foi, de certa forma, surpreendente. As alunas da Escola Politécnica da USP decidiram gravar uma versão do vídeo “Survivor”, música das Destiny´s Child, banda em que surgiu a Beyoncé. Na canção a força feminina é ressaltada, firmando a independência das mulheres. Para o vídeo elas criaram a sua versão para música, na regravação de Clarisse Falcão. O vídeo já alcançou mais de 280 mil visualizações no YouTube, as estudantes dublam a canção mostrando objetos e apagando discursos de ódio pintados pelo corpo. O projeto do vídeo “Survivor”, fez parte da gincana de integração que acontece geralmente na Poli. Uma competição entre os centros acadêmicos, nela os estudantes devem cumprir uma lista de itens, como caça ao tesouro e uma peça de teatro. O intuito da gincana é integrar os centros acadêmicos entre si e também com os bixos às suas determinadas engenharias. Segundo Daniella Gigliotti, 25 anos, Engenheira Ambiental, o processo de acolhida da universidade vem sendo modificado, passando a ser menos machista que nos anos anteriores. “O pessoal que organiza tem um esclarecimento bem maior sobre o assunto e entende que algumas coisas podem ser machistas, racistas e homofóbicas apesar do “carácter jocoso da competição. É muito legal ver essa mega evolução na competição em que os alunos se divertem sem precisar dessas piadas infames”, afirma Daniella. É preciso refletir sobre assédio e machismo! Cada menina que participou foi convidada para representar uma situação de machismo que tenha sofrido dentro ou fora da Poli, levando objetos ou algo que significasse o que haviam passado. A ideia era cada uma compartilhar suas histórias. “É legal a gente entender que certas coisas acontecem com pessoas que são próximas da gente, que a violência é uma coisa super presente, não acontece só com quem mora em favelas, não tem lugar pra acontecer”, diz Catherine Miyazaki, 24 anos, Engenheira Civil. Foi fechado um estúdio onde só entravam as meninas para que pudessem gravar o vídeo de forma confortável, o que gerou maior troca sobre a causa e percepção sobre o quão grande e tradicional é esse machismo, que muitas vezes está inserido dentro de discurso acadêmico. O preconceito é velado, mas agem como não tivesse, diz Catherine ao falar da vez em que disseram a ela que havia sido aprovada numa matéria com nota alta soba a legação de que o professor era homem. Catherine MiyazakiPara Danielle Gazarini, 28 anos, Engenheira Civil, o estúdio montado foi essencial para que elas ficassem confortáveis e pudessem passar toda emoção daquilo que viveram. “Acho que nem nós esperávamos que isso fosse nos unir tanto, foi muito forte ver que aquelas que convivem conosco todo dia, passam por coisas semelhantes”. No entanto ainda é cedo afirmar que o vídeo teve impacto nas pessoas que dizem não existir o machismo, ainda é cedo pra ver esse tipo de resultado nesse tipo de pessoas, mas com certeza o vídeo teve impacto gigantesco entre as mulheres da Poli, pois uniu demais, não só as que participaram do vídeo, mas todas que convivem e se sentiram de certa forma parte do projeto, ressalta Danielle. Danielle Gazarini“O Vídeo fez as pessoa pararem pra pensar que toda essa coisa de violência contra a mulher não é picuinha, de fato acontece. Não tem endereço e não tem hora, pode acontecer com qualquer uma de nós, e não tem isso de a mulher dar chance de acontecer. Independente da roupa que ela tá usando o lugar onde ela tá andando. Pararam pra refletir um pouco isso, que pode acontecer com pessoas próximas, que poderia ser a mãe, a irmã, e pararam pra pensar sobre o preconceito velado. O quanto falam e o que elas falam, e passaram a entender que é ruim de ouvir”, Catherine.

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  • O capuz está em alta

    O capuz faz parte de várias peças de roupas, como casacos, camisetas, moletons e alguns vestidos e macacões. Ultimamente ele tem sido um dos queridinhos da celebridades, e vem reaparecendo com tudo nos looks dos famosos. Uma das adeptas é Rihanna, ela usa e abusa dos capuzes em seus looks de show e do dia a dia. Usado, muitas vezes, para esconder-se dos fotógrafos e cliques indesejados o capuz serve principalmente pra proteger do frio. Muitos uniformes escolares vêm com capuz e a moda também bebe disso. Os jovens seguem as tendências e ele caiu nas graças já faz muito tempo. A pegada urbana continua aí e pode ser vista em vários looks e semanas de moda mundo a fora, com isso o capuz é alçado a hit fashion entre os antenados. Surge como um símbolo de rebeldia, algo cool, ou até mesmo “gangstah”. Mas há de se ter cuidado, pois só ele não significa que o look vai ser sofisticado. Pra dar certo é preciso saber mesclar, combinar e descombinar, se preciso for. Dá pra combinar um moletom de capuz com um blazer num estilo mais cool, urbano. É possível também, investir numa parte de baixo mais ousada, como uma calça skinny e salto alto. Ou ainda optar por um estilo totalmente fashion com um moletom oversized de capuz com uma bota de cano super alto. Muitas marcas famosas trouxeram o capuz como ícone fashion para suas criações, a coleção Rihanna pra Puma vem toda trabalhada no capuz, assim como a Chanel e a Fenty. Você pode entrar nessa onde de forma muito simples, pegue um moletom de capuz e mescle-o com peças que já tem, seja uma jaqueta jeans ou um blazer, misture com uma calça de alfaiataria. Experimente, ouse. Que tal um moletom de capuz com uma calça de vinil e um saltão?  

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