Marketing de influência: do alto padrão ao consumo popular
Marketing de influência: do alto padrão ao consumo popular
Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.
Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.


Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.
A Fhits atua no marketing de influência para diferentes segmentos de consumo, do altíssimo padrão — o chamado AAA — às classes C e D. Em casa, construção e design, essa capacidade se traduz em conectar produtos a criadores que conhecem diferentes realidades: da rotina da obra ao lifestyle, da solução acessível ao mobiliário autoral.
É uma atuação high-low: transitar entre faixas de mercado com repertório e adequar a estratégia ao público, ao produto e à ocasião de compra. A experiência da Fhits com Astra e Japi ajuda a mostrar como essa amplitude acontece na prática.
TL;DR: influência para diferentes formas de morar
A atuação da Fhits vai além do luxo, com estratégias para diferentes públicos e faixas de consumo.
Em casa e construção, demonstração prática, inspiração para ambientes e design autoral pedem abordagens próprias.
Um conteúdo de construção pode alcançar milhões de visualizações; uma narrativa de decoração pode estimular descoberta e interesse pelo produto.
Nos casos apresentados, transitamos de 9,1 milhões de visualizações em um único Reel de construção no Instagram à semana de design de Milão.
Marcas de um mesmo grupo podem conversar com públicos diferentes, preservando a identidade e os objetivos de cada frente.
O que significa uma estratégia high-low no marketing de influência?
Uma estratégia high-low combina a capacidade de atuar em diferentes faixas de mercado com sensibilidade para reconhecer o que cada público valoriza.
Em casa e construção, isso significa entender tanto a pessoa que precisa resolver uma etapa da obra quanto aquela que procura uma peça assinada para um projeto. Entre esses extremos, existem inúmeras combinações de orçamento, necessidade e desejo.
A mesma pessoa pode economizar em uma escolha e investir mais em outra. Pode acompanhar um especialista em construção para aprender e um criador de decoração para encontrar referências.
O trabalho da agência é transformar essa diversidade em escolhas coerentes de criadores, formatos e mensagens. A experiência em um segmento amplia o repertório, enquanto a escuta de cada comunidade orienta a execução.
Da obra ao design: como a conversa muda
O setor de casa e construção reúne decisões muito diferentes. Algumas começam com um problema urgente. Outras nascem de uma inspiração e amadurecem durante meses.
Contexto | O que o público procura | Como a influência pode ajudar |
|---|---|---|
Construção e reforma | Entender aplicações, resolver dúvidas e fazer boas escolhas | Demonstrar o produto em situações reconhecíveis |
Casa e decoração | Encontrar referências e imaginar possibilidades para o ambiente | Mostrar combinações, usos e transformações |
Lifestyle | Perceber como o produto participa da vida cotidiana | Integrar a marca a hábitos e histórias |
Arquitetura e design autoral | Conhecer autoria, materiais e possibilidades de projeto | Apresentar repertório e aprofundar escolhas |
Esses contextos atravessam faixas de renda. Conteúdo técnico também interessa ao consumidor de alto padrão, assim como estética e inspiração fazem parte das escolhas de quem tem um orçamento mais restrito.
A seleção dos influenciadores precisa acompanhar essa complexidade.
Construção que ganha escala: quando o conteúdo encontra uma conversa real
Na construção, a credibilidade costuma aparecer nos detalhes: reconhecer uma situação, explicar com clareza e falar a linguagem de quem está fazendo ou acompanhando uma obra.
O criador aproxima o produto de uma experiência concreta. A marca passa a fazer parte de um assunto que já interessa à comunidade.
Um exemplo está no trabalho de Astra com o perfil SOS na Constru, realizado pela Fhits. Em setembro de 2026, os conteúdos distribuídos entre Instagram, TikTok e Facebook registraram:
16,2 milhões de impressões;
387,3 mil engajamentos;
54,1 mil compartilhamentos;
45,7 mil salvamentos.
Um único Reel no Instagram somou 9.086.420 visualizações.
A escala chama atenção. Os compartilhamentos e salvamentos acrescentam outra dimensão: o conteúdo circulou entre pessoas e foi guardado para consulta posterior.
Esses indicadores mostram comportamentos relevantes, embora não comprovem vendas por si só. Também não equivalem a pessoas únicas, já que impressões e visualizações podem incluir exposições repetidas.
Para a estratégia de influência, o aprendizado está na combinação entre assunto, produto e criador. Uma marca ganha espaço quando encontra alguém capaz de tornar sua proposta interessante dentro de uma conversa que o público já quer acompanhar.
Casa e lifestyle: ajudar o público a imaginar o produto na própria vida
Em outras situações, o interesse começa pela identificação com um ambiente, uma rotina ou uma escolha.
Um produto apresentado isoladamente pode passar despercebido. Inserido em uma casa real, ganha proporção, função e contexto. O público consegue imaginar onde usaria, com o que combinaria e por que faria sentido.
Na frente de Japi realizada pela Fhits, os relatórios mostram essa aproximação por meio de criadores de casa e lifestyle e nomes como Andrea Santa Rosa, Dani Ricci, Gabriel Resende e Mariah Bernardes e parcerias com designers como Rodrigo Ohtake e Pedro Franco, em palestras para clientes ou semanas de design internacionais.
São campanhas e períodos diferentes do exemplo de construção. Cada resultado deve ser interpretado conforme suas entregas e objetivos.
Juntos, os casos ilustram a capacidade de trabalhar linguagens distintas: a familiaridade com a obra, a inspiração para a casa e a identificação com o cotidiano.
Design autoral: repertório para conversar com outros desejos
O universo de casa também inclui escolhas guiadas por autoria, forma, materiais e história.
Nessa frente, a comunicação pode explorar o processo criativo, a relação de uma peça com o ambiente e as possibilidades que ela oferece a arquitetos e consumidores.
No portfólio da Japi Studio, essa conversa aparece na parceria com A Lot of Brasil, em peças de Pedro Franco e na coleção Volumes, de Ohtake. A comunicação também registra sua presença no Salone del Mobile de Milão, com móveis de diferentes designers.
Rodrigo Ohtake também aparece entre as entregas de Japi. É uma conexão com um repertório que permite aprofundar a conversa sobre arquitetura e design.
A presença internacional e as parcerias de produto contextualizam esse universo da marca. Os números apresentados anteriormente pertencem às campanhas de conteúdo acompanhadas nos respectivos relatórios.
E quando um mesmo grupo tem públicos diferentes?
Esse é um desafio comum para empresas com várias marcas ou linhas de produtos. A estrutura empresarial pode ser compartilhada, mas cada proposta precisa encontrar sua própria maneira de chegar ao consumidor.
A experiência com Astra e Japi ajuda a ilustrar como essa diversidade pode ser trabalhada. A questão central é definir o papel de cada frente e escolher os criadores capazes de representá-la.
Três decisões orientam esse trabalho:
Começar pela necessidade do público. Entender uma aplicação, descobrir uma solução e desejar uma peça são pontos de partida diferentes.
Escolher criadores pela afinidade com a conversa. Conhecimento, linguagem e relação com a comunidade importam tanto quanto o tamanho da audiência.
Medir conforme o objetivo. Visualizações, compartilhamentos, salvamentos, tráfego e procura comercial respondem a perguntas distintas.
A capacidade high-low da Fhits está em construir essas conexões entre diferentes faixas de consumo, mantendo atenção ao contexto de cada marca.
Perguntas frequentes
A Fhits trabalha apenas com marcas de luxo?
Não. A Fhits desenvolve estratégias de marketing de influência para diferentes segmentos de consumo. Os trabalhos apresentados em casa e construção incluem conteúdo de obra, soluções para o cotidiano, decoração, lifestyle e design autoral.
O que é marketing de influência para casa e construção?
É o uso estratégico de criadores para aproximar marcas e produtos de quem constrói, reforma, decora ou especifica projetos. Pode envolver demonstrações, explicações, transformações de ambientes e conteúdo de inspiração.
Como uma agência pode atuar do público AAA às classes C e D?
Com planejamento específico para cada contexto. Isso inclui entender necessidades, selecionar criadores com afinidade com o público e adequar linguagem, formato e proposta do conteúdo. A faixa de renda é um dos fatores considerados, junto com hábitos, interesses e momento de compra.
Uma mesma marca pode trabalhar com criadores de construção e de design?
Sim. Cada criador pode cumprir uma função dentro da estratégia. Um especialista pode explicar uma aplicação, enquanto um perfil de decoração apresenta possibilidades estéticas. A combinação precisa fazer sentido para o portfólio e os objetivos da marca.
Muitas visualizações significam mais vendas?
Visualizações demonstram circulação do conteúdo. Para avaliar vendas, é necessário acompanhar indicadores comerciais, como conversões, pedidos, contatos ou visitas às lojas, conforme a estrutura de mensuração da campanha.
Diferentes públicos, uma capacidade de conexão
Uma marca de casa e construção pode participar de muitos momentos: da primeira reforma à escolha de uma peça especial, da solução prática ao projeto autoral.
A Fhits reúne experiência para trabalhar essa amplitude, conectando marcas a criadores e comunidades com diferentes referências e possibilidades de consumo.
Para empresas que precisam conversar com públicos diversos, a estratégia começa por entender cada realidade — e encontrar a linguagem que faz o produto ganhar sentido dentro dela.
Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.
A Fhits atua no marketing de influência para diferentes segmentos de consumo, do altíssimo padrão — o chamado AAA — às classes C e D. Em casa, construção e design, essa capacidade se traduz em conectar produtos a criadores que conhecem diferentes realidades: da rotina da obra ao lifestyle, da solução acessível ao mobiliário autoral.
É uma atuação high-low: transitar entre faixas de mercado com repertório e adequar a estratégia ao público, ao produto e à ocasião de compra. A experiência da Fhits com Astra e Japi ajuda a mostrar como essa amplitude acontece na prática.
TL;DR: influência para diferentes formas de morar
A atuação da Fhits vai além do luxo, com estratégias para diferentes públicos e faixas de consumo.
Em casa e construção, demonstração prática, inspiração para ambientes e design autoral pedem abordagens próprias.
Um conteúdo de construção pode alcançar milhões de visualizações; uma narrativa de decoração pode estimular descoberta e interesse pelo produto.
Nos casos apresentados, transitamos de 9,1 milhões de visualizações em um único Reel de construção no Instagram à semana de design de Milão.
Marcas de um mesmo grupo podem conversar com públicos diferentes, preservando a identidade e os objetivos de cada frente.
O que significa uma estratégia high-low no marketing de influência?
Uma estratégia high-low combina a capacidade de atuar em diferentes faixas de mercado com sensibilidade para reconhecer o que cada público valoriza.
Em casa e construção, isso significa entender tanto a pessoa que precisa resolver uma etapa da obra quanto aquela que procura uma peça assinada para um projeto. Entre esses extremos, existem inúmeras combinações de orçamento, necessidade e desejo.
A mesma pessoa pode economizar em uma escolha e investir mais em outra. Pode acompanhar um especialista em construção para aprender e um criador de decoração para encontrar referências.
O trabalho da agência é transformar essa diversidade em escolhas coerentes de criadores, formatos e mensagens. A experiência em um segmento amplia o repertório, enquanto a escuta de cada comunidade orienta a execução.
Da obra ao design: como a conversa muda
O setor de casa e construção reúne decisões muito diferentes. Algumas começam com um problema urgente. Outras nascem de uma inspiração e amadurecem durante meses.
Contexto | O que o público procura | Como a influência pode ajudar |
|---|---|---|
Construção e reforma | Entender aplicações, resolver dúvidas e fazer boas escolhas | Demonstrar o produto em situações reconhecíveis |
Casa e decoração | Encontrar referências e imaginar possibilidades para o ambiente | Mostrar combinações, usos e transformações |
Lifestyle | Perceber como o produto participa da vida cotidiana | Integrar a marca a hábitos e histórias |
Arquitetura e design autoral | Conhecer autoria, materiais e possibilidades de projeto | Apresentar repertório e aprofundar escolhas |
Esses contextos atravessam faixas de renda. Conteúdo técnico também interessa ao consumidor de alto padrão, assim como estética e inspiração fazem parte das escolhas de quem tem um orçamento mais restrito.
A seleção dos influenciadores precisa acompanhar essa complexidade.
Construção que ganha escala: quando o conteúdo encontra uma conversa real
Na construção, a credibilidade costuma aparecer nos detalhes: reconhecer uma situação, explicar com clareza e falar a linguagem de quem está fazendo ou acompanhando uma obra.
O criador aproxima o produto de uma experiência concreta. A marca passa a fazer parte de um assunto que já interessa à comunidade.
Um exemplo está no trabalho de Astra com o perfil SOS na Constru, realizado pela Fhits. Em setembro de 2026, os conteúdos distribuídos entre Instagram, TikTok e Facebook registraram:
16,2 milhões de impressões;
387,3 mil engajamentos;
54,1 mil compartilhamentos;
45,7 mil salvamentos.
Um único Reel no Instagram somou 9.086.420 visualizações.
A escala chama atenção. Os compartilhamentos e salvamentos acrescentam outra dimensão: o conteúdo circulou entre pessoas e foi guardado para consulta posterior.
Esses indicadores mostram comportamentos relevantes, embora não comprovem vendas por si só. Também não equivalem a pessoas únicas, já que impressões e visualizações podem incluir exposições repetidas.
Para a estratégia de influência, o aprendizado está na combinação entre assunto, produto e criador. Uma marca ganha espaço quando encontra alguém capaz de tornar sua proposta interessante dentro de uma conversa que o público já quer acompanhar.
Casa e lifestyle: ajudar o público a imaginar o produto na própria vida
Em outras situações, o interesse começa pela identificação com um ambiente, uma rotina ou uma escolha.
Um produto apresentado isoladamente pode passar despercebido. Inserido em uma casa real, ganha proporção, função e contexto. O público consegue imaginar onde usaria, com o que combinaria e por que faria sentido.
Na frente de Japi realizada pela Fhits, os relatórios mostram essa aproximação por meio de criadores de casa e lifestyle e nomes como Andrea Santa Rosa, Dani Ricci, Gabriel Resende e Mariah Bernardes e parcerias com designers como Rodrigo Ohtake e Pedro Franco, em palestras para clientes ou semanas de design internacionais.
São campanhas e períodos diferentes do exemplo de construção. Cada resultado deve ser interpretado conforme suas entregas e objetivos.
Juntos, os casos ilustram a capacidade de trabalhar linguagens distintas: a familiaridade com a obra, a inspiração para a casa e a identificação com o cotidiano.
Design autoral: repertório para conversar com outros desejos
O universo de casa também inclui escolhas guiadas por autoria, forma, materiais e história.
Nessa frente, a comunicação pode explorar o processo criativo, a relação de uma peça com o ambiente e as possibilidades que ela oferece a arquitetos e consumidores.
No portfólio da Japi Studio, essa conversa aparece na parceria com A Lot of Brasil, em peças de Pedro Franco e na coleção Volumes, de Ohtake. A comunicação também registra sua presença no Salone del Mobile de Milão, com móveis de diferentes designers.
Rodrigo Ohtake também aparece entre as entregas de Japi. É uma conexão com um repertório que permite aprofundar a conversa sobre arquitetura e design.
A presença internacional e as parcerias de produto contextualizam esse universo da marca. Os números apresentados anteriormente pertencem às campanhas de conteúdo acompanhadas nos respectivos relatórios.
E quando um mesmo grupo tem públicos diferentes?
Esse é um desafio comum para empresas com várias marcas ou linhas de produtos. A estrutura empresarial pode ser compartilhada, mas cada proposta precisa encontrar sua própria maneira de chegar ao consumidor.
A experiência com Astra e Japi ajuda a ilustrar como essa diversidade pode ser trabalhada. A questão central é definir o papel de cada frente e escolher os criadores capazes de representá-la.
Três decisões orientam esse trabalho:
Começar pela necessidade do público. Entender uma aplicação, descobrir uma solução e desejar uma peça são pontos de partida diferentes.
Escolher criadores pela afinidade com a conversa. Conhecimento, linguagem e relação com a comunidade importam tanto quanto o tamanho da audiência.
Medir conforme o objetivo. Visualizações, compartilhamentos, salvamentos, tráfego e procura comercial respondem a perguntas distintas.
A capacidade high-low da Fhits está em construir essas conexões entre diferentes faixas de consumo, mantendo atenção ao contexto de cada marca.
Perguntas frequentes
A Fhits trabalha apenas com marcas de luxo?
Não. A Fhits desenvolve estratégias de marketing de influência para diferentes segmentos de consumo. Os trabalhos apresentados em casa e construção incluem conteúdo de obra, soluções para o cotidiano, decoração, lifestyle e design autoral.
O que é marketing de influência para casa e construção?
É o uso estratégico de criadores para aproximar marcas e produtos de quem constrói, reforma, decora ou especifica projetos. Pode envolver demonstrações, explicações, transformações de ambientes e conteúdo de inspiração.
Como uma agência pode atuar do público AAA às classes C e D?
Com planejamento específico para cada contexto. Isso inclui entender necessidades, selecionar criadores com afinidade com o público e adequar linguagem, formato e proposta do conteúdo. A faixa de renda é um dos fatores considerados, junto com hábitos, interesses e momento de compra.
Uma mesma marca pode trabalhar com criadores de construção e de design?
Sim. Cada criador pode cumprir uma função dentro da estratégia. Um especialista pode explicar uma aplicação, enquanto um perfil de decoração apresenta possibilidades estéticas. A combinação precisa fazer sentido para o portfólio e os objetivos da marca.
Muitas visualizações significam mais vendas?
Visualizações demonstram circulação do conteúdo. Para avaliar vendas, é necessário acompanhar indicadores comerciais, como conversões, pedidos, contatos ou visitas às lojas, conforme a estrutura de mensuração da campanha.
Diferentes públicos, uma capacidade de conexão
Uma marca de casa e construção pode participar de muitos momentos: da primeira reforma à escolha de uma peça especial, da solução prática ao projeto autoral.
A Fhits reúne experiência para trabalhar essa amplitude, conectando marcas a criadores e comunidades com diferentes referências e possibilidades de consumo.
Para empresas que precisam conversar com públicos diversos, a estratégia começa por entender cada realidade — e encontrar a linguagem que faz o produto ganhar sentido dentro dela.

