Marketing de influência: do alto padrão ao consumo popular

Marketing de influência: do alto padrão ao consumo popular

Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.

Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.

Capa do artigo da Fhits sobre marketing de influência do alto padrão ao consumo popular, com stories do perfil SOS na Constru para a Astra e de creators e designers da Japi, Japi Studio e Japi Garden. Destaques: 9,1 milhões de visualizações em um único Reel, 16,2 milhões de impressões e 54,1 mil compartilhamentos na campanha Astra, e a presença da Japi Studio no Salone del Mobile de Milão.
Capa do artigo da Fhits sobre marketing de influência do alto padrão ao consumo popular, com stories do perfil SOS na Constru para a Astra e de creators e designers da Japi, Japi Studio e Japi Garden. Destaques: 9,1 milhões de visualizações em um único Reel, 16,2 milhões de impressões e 54,1 mil compartilhamentos na campanha Astra, e a presença da Japi Studio no Salone del Mobile de Milão.

Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.

A Fhits atua no marketing de influência para diferentes segmentos de consumo, do altíssimo padrão — o chamado AAA — às classes C e D. Em casa, construção e design, essa capacidade se traduz em conectar produtos a criadores que conhecem diferentes realidades: da rotina da obra ao lifestyle, da solução acessível ao mobiliário autoral.

É uma atuação high-low: transitar entre faixas de mercado com repertório e adequar a estratégia ao público, ao produto e à ocasião de compra. A experiência da Fhits com Astra e Japi ajuda a mostrar como essa amplitude acontece na prática.

TL;DR: influência para diferentes formas de morar

  • A atuação da Fhits vai além do luxo, com estratégias para diferentes públicos e faixas de consumo.

  • Em casa e construção, demonstração prática, inspiração para ambientes e design autoral pedem abordagens próprias.

  • Um conteúdo de construção pode alcançar milhões de visualizações; uma narrativa de decoração pode estimular descoberta e interesse pelo produto.

  • Nos casos apresentados, transitamos de 9,1 milhões de visualizações em um único Reel de construção no Instagram à semana de design de Milão.

  • Marcas de um mesmo grupo podem conversar com públicos diferentes, preservando a identidade e os objetivos de cada frente.

O que significa uma estratégia high-low no marketing de influência?

Uma estratégia high-low combina a capacidade de atuar em diferentes faixas de mercado com sensibilidade para reconhecer o que cada público valoriza.

Em casa e construção, isso significa entender tanto a pessoa que precisa resolver uma etapa da obra quanto aquela que procura uma peça assinada para um projeto. Entre esses extremos, existem inúmeras combinações de orçamento, necessidade e desejo.

A mesma pessoa pode economizar em uma escolha e investir mais em outra. Pode acompanhar um especialista em construção para aprender e um criador de decoração para encontrar referências.

O trabalho da agência é transformar essa diversidade em escolhas coerentes de criadores, formatos e mensagens. A experiência em um segmento amplia o repertório, enquanto a escuta de cada comunidade orienta a execução.

Da obra ao design: como a conversa muda

O setor de casa e construção reúne decisões muito diferentes. Algumas começam com um problema urgente. Outras nascem de uma inspiração e amadurecem durante meses.


Contexto

O que o público procura

Como a influência pode ajudar

Construção e reforma

Entender aplicações, resolver dúvidas e fazer boas escolhas

Demonstrar o produto em situações reconhecíveis

Casa e decoração

Encontrar referências e imaginar possibilidades para o ambiente

Mostrar combinações, usos e transformações

Lifestyle

Perceber como o produto participa da vida cotidiana

Integrar a marca a hábitos e histórias

Arquitetura e design autoral

Conhecer autoria, materiais e possibilidades de projeto

Apresentar repertório e aprofundar escolhas

Esses contextos atravessam faixas de renda. Conteúdo técnico também interessa ao consumidor de alto padrão, assim como estética e inspiração fazem parte das escolhas de quem tem um orçamento mais restrito.

A seleção dos influenciadores precisa acompanhar essa complexidade.

Construção que ganha escala: quando o conteúdo encontra uma conversa real

Na construção, a credibilidade costuma aparecer nos detalhes: reconhecer uma situação, explicar com clareza e falar a linguagem de quem está fazendo ou acompanhando uma obra.

O criador aproxima o produto de uma experiência concreta. A marca passa a fazer parte de um assunto que já interessa à comunidade.

Um exemplo está no trabalho de Astra com o perfil SOS na Constru, realizado pela Fhits. Em setembro de 2026, os conteúdos distribuídos entre Instagram, TikTok e Facebook registraram:

  • 16,2 milhões de impressões;

  • 387,3 mil engajamentos;

  • 54,1 mil compartilhamentos;

  • 45,7 mil salvamentos.

Um único Reel no Instagram somou 9.086.420 visualizações.

A escala chama atenção. Os compartilhamentos e salvamentos acrescentam outra dimensão: o conteúdo circulou entre pessoas e foi guardado para consulta posterior.

Esses indicadores mostram comportamentos relevantes, embora não comprovem vendas por si só. Também não equivalem a pessoas únicas, já que impressões e visualizações podem incluir exposições repetidas.

Para a estratégia de influência, o aprendizado está na combinação entre assunto, produto e criador. Uma marca ganha espaço quando encontra alguém capaz de tornar sua proposta interessante dentro de uma conversa que o público já quer acompanhar.

Casa e lifestyle: ajudar o público a imaginar o produto na própria vida

Em outras situações, o interesse começa pela identificação com um ambiente, uma rotina ou uma escolha.

Um produto apresentado isoladamente pode passar despercebido. Inserido em uma casa real, ganha proporção, função e contexto. O público consegue imaginar onde usaria, com o que combinaria e por que faria sentido.

Na frente de Japi realizada pela Fhits, os relatórios mostram essa aproximação por meio de criadores de casa e lifestyle e nomes como Andrea Santa Rosa, Dani Ricci, Gabriel Resende e Mariah Bernardes e parcerias com designers como Rodrigo Ohtake e Pedro Franco, em palestras para clientes ou semanas de design internacionais.

São campanhas e períodos diferentes do exemplo de construção. Cada resultado deve ser interpretado conforme suas entregas e objetivos.

Juntos, os casos ilustram a capacidade de trabalhar linguagens distintas: a familiaridade com a obra, a inspiração para a casa e a identificação com o cotidiano.

Design autoral: repertório para conversar com outros desejos

O universo de casa também inclui escolhas guiadas por autoria, forma, materiais e história.

Nessa frente, a comunicação pode explorar o processo criativo, a relação de uma peça com o ambiente e as possibilidades que ela oferece a arquitetos e consumidores.

No portfólio da Japi Studio, essa conversa aparece na parceria com A Lot of Brasil, em peças de Pedro Franco e na coleção Volumes, de Ohtake. A comunicação também registra sua presença no Salone del Mobile de Milão, com móveis de diferentes designers.

Rodrigo Ohtake também aparece entre as entregas de Japi. É uma conexão com um repertório que permite aprofundar a conversa sobre arquitetura e design.

A presença internacional e as parcerias de produto contextualizam esse universo da marca. Os números apresentados anteriormente pertencem às campanhas de conteúdo acompanhadas nos respectivos relatórios.

E quando um mesmo grupo tem públicos diferentes?

Esse é um desafio comum para empresas com várias marcas ou linhas de produtos. A estrutura empresarial pode ser compartilhada, mas cada proposta precisa encontrar sua própria maneira de chegar ao consumidor.

A experiência com Astra e Japi ajuda a ilustrar como essa diversidade pode ser trabalhada. A questão central é definir o papel de cada frente e escolher os criadores capazes de representá-la.

Três decisões orientam esse trabalho:

  1. Começar pela necessidade do público. Entender uma aplicação, descobrir uma solução e desejar uma peça são pontos de partida diferentes.

  2. Escolher criadores pela afinidade com a conversa. Conhecimento, linguagem e relação com a comunidade importam tanto quanto o tamanho da audiência.

  3. Medir conforme o objetivo. Visualizações, compartilhamentos, salvamentos, tráfego e procura comercial respondem a perguntas distintas.

A capacidade high-low da Fhits está em construir essas conexões entre diferentes faixas de consumo, mantendo atenção ao contexto de cada marca.

Perguntas frequentes

A Fhits trabalha apenas com marcas de luxo?

Não. A Fhits desenvolve estratégias de marketing de influência para diferentes segmentos de consumo. Os trabalhos apresentados em casa e construção incluem conteúdo de obra, soluções para o cotidiano, decoração, lifestyle e design autoral.

O que é marketing de influência para casa e construção?

É o uso estratégico de criadores para aproximar marcas e produtos de quem constrói, reforma, decora ou especifica projetos. Pode envolver demonstrações, explicações, transformações de ambientes e conteúdo de inspiração.

Como uma agência pode atuar do público AAA às classes C e D?

Com planejamento específico para cada contexto. Isso inclui entender necessidades, selecionar criadores com afinidade com o público e adequar linguagem, formato e proposta do conteúdo. A faixa de renda é um dos fatores considerados, junto com hábitos, interesses e momento de compra.

Uma mesma marca pode trabalhar com criadores de construção e de design?

Sim. Cada criador pode cumprir uma função dentro da estratégia. Um especialista pode explicar uma aplicação, enquanto um perfil de decoração apresenta possibilidades estéticas. A combinação precisa fazer sentido para o portfólio e os objetivos da marca.

Muitas visualizações significam mais vendas?

Visualizações demonstram circulação do conteúdo. Para avaliar vendas, é necessário acompanhar indicadores comerciais, como conversões, pedidos, contatos ou visitas às lojas, conforme a estrutura de mensuração da campanha.

Diferentes públicos, uma capacidade de conexão

Uma marca de casa e construção pode participar de muitos momentos: da primeira reforma à escolha de uma peça especial, da solução prática ao projeto autoral.

A Fhits reúne experiência para trabalhar essa amplitude, conectando marcas a criadores e comunidades com diferentes referências e possibilidades de consumo.

Para empresas que precisam conversar com públicos diversos, a estratégia começa por entender cada realidade — e encontrar a linguagem que faz o produto ganhar sentido dentro dela.

Uma reforma feita aos poucos e um projeto de arquitetura autoral começam com uma vontade em comum: transformar o lugar onde se vive. Mudam o orçamento, as prioridades e as referências. Para as marcas de casa e construção, entender essas diferenças é o começo de uma boa estratégia de influência.

A Fhits atua no marketing de influência para diferentes segmentos de consumo, do altíssimo padrão — o chamado AAA — às classes C e D. Em casa, construção e design, essa capacidade se traduz em conectar produtos a criadores que conhecem diferentes realidades: da rotina da obra ao lifestyle, da solução acessível ao mobiliário autoral.

É uma atuação high-low: transitar entre faixas de mercado com repertório e adequar a estratégia ao público, ao produto e à ocasião de compra. A experiência da Fhits com Astra e Japi ajuda a mostrar como essa amplitude acontece na prática.

TL;DR: influência para diferentes formas de morar

  • A atuação da Fhits vai além do luxo, com estratégias para diferentes públicos e faixas de consumo.

  • Em casa e construção, demonstração prática, inspiração para ambientes e design autoral pedem abordagens próprias.

  • Um conteúdo de construção pode alcançar milhões de visualizações; uma narrativa de decoração pode estimular descoberta e interesse pelo produto.

  • Nos casos apresentados, transitamos de 9,1 milhões de visualizações em um único Reel de construção no Instagram à semana de design de Milão.

  • Marcas de um mesmo grupo podem conversar com públicos diferentes, preservando a identidade e os objetivos de cada frente.

O que significa uma estratégia high-low no marketing de influência?

Uma estratégia high-low combina a capacidade de atuar em diferentes faixas de mercado com sensibilidade para reconhecer o que cada público valoriza.

Em casa e construção, isso significa entender tanto a pessoa que precisa resolver uma etapa da obra quanto aquela que procura uma peça assinada para um projeto. Entre esses extremos, existem inúmeras combinações de orçamento, necessidade e desejo.

A mesma pessoa pode economizar em uma escolha e investir mais em outra. Pode acompanhar um especialista em construção para aprender e um criador de decoração para encontrar referências.

O trabalho da agência é transformar essa diversidade em escolhas coerentes de criadores, formatos e mensagens. A experiência em um segmento amplia o repertório, enquanto a escuta de cada comunidade orienta a execução.

Da obra ao design: como a conversa muda

O setor de casa e construção reúne decisões muito diferentes. Algumas começam com um problema urgente. Outras nascem de uma inspiração e amadurecem durante meses.


Contexto

O que o público procura

Como a influência pode ajudar

Construção e reforma

Entender aplicações, resolver dúvidas e fazer boas escolhas

Demonstrar o produto em situações reconhecíveis

Casa e decoração

Encontrar referências e imaginar possibilidades para o ambiente

Mostrar combinações, usos e transformações

Lifestyle

Perceber como o produto participa da vida cotidiana

Integrar a marca a hábitos e histórias

Arquitetura e design autoral

Conhecer autoria, materiais e possibilidades de projeto

Apresentar repertório e aprofundar escolhas

Esses contextos atravessam faixas de renda. Conteúdo técnico também interessa ao consumidor de alto padrão, assim como estética e inspiração fazem parte das escolhas de quem tem um orçamento mais restrito.

A seleção dos influenciadores precisa acompanhar essa complexidade.

Construção que ganha escala: quando o conteúdo encontra uma conversa real

Na construção, a credibilidade costuma aparecer nos detalhes: reconhecer uma situação, explicar com clareza e falar a linguagem de quem está fazendo ou acompanhando uma obra.

O criador aproxima o produto de uma experiência concreta. A marca passa a fazer parte de um assunto que já interessa à comunidade.

Um exemplo está no trabalho de Astra com o perfil SOS na Constru, realizado pela Fhits. Em setembro de 2026, os conteúdos distribuídos entre Instagram, TikTok e Facebook registraram:

  • 16,2 milhões de impressões;

  • 387,3 mil engajamentos;

  • 54,1 mil compartilhamentos;

  • 45,7 mil salvamentos.

Um único Reel no Instagram somou 9.086.420 visualizações.

A escala chama atenção. Os compartilhamentos e salvamentos acrescentam outra dimensão: o conteúdo circulou entre pessoas e foi guardado para consulta posterior.

Esses indicadores mostram comportamentos relevantes, embora não comprovem vendas por si só. Também não equivalem a pessoas únicas, já que impressões e visualizações podem incluir exposições repetidas.

Para a estratégia de influência, o aprendizado está na combinação entre assunto, produto e criador. Uma marca ganha espaço quando encontra alguém capaz de tornar sua proposta interessante dentro de uma conversa que o público já quer acompanhar.

Casa e lifestyle: ajudar o público a imaginar o produto na própria vida

Em outras situações, o interesse começa pela identificação com um ambiente, uma rotina ou uma escolha.

Um produto apresentado isoladamente pode passar despercebido. Inserido em uma casa real, ganha proporção, função e contexto. O público consegue imaginar onde usaria, com o que combinaria e por que faria sentido.

Na frente de Japi realizada pela Fhits, os relatórios mostram essa aproximação por meio de criadores de casa e lifestyle e nomes como Andrea Santa Rosa, Dani Ricci, Gabriel Resende e Mariah Bernardes e parcerias com designers como Rodrigo Ohtake e Pedro Franco, em palestras para clientes ou semanas de design internacionais.

São campanhas e períodos diferentes do exemplo de construção. Cada resultado deve ser interpretado conforme suas entregas e objetivos.

Juntos, os casos ilustram a capacidade de trabalhar linguagens distintas: a familiaridade com a obra, a inspiração para a casa e a identificação com o cotidiano.

Design autoral: repertório para conversar com outros desejos

O universo de casa também inclui escolhas guiadas por autoria, forma, materiais e história.

Nessa frente, a comunicação pode explorar o processo criativo, a relação de uma peça com o ambiente e as possibilidades que ela oferece a arquitetos e consumidores.

No portfólio da Japi Studio, essa conversa aparece na parceria com A Lot of Brasil, em peças de Pedro Franco e na coleção Volumes, de Ohtake. A comunicação também registra sua presença no Salone del Mobile de Milão, com móveis de diferentes designers.

Rodrigo Ohtake também aparece entre as entregas de Japi. É uma conexão com um repertório que permite aprofundar a conversa sobre arquitetura e design.

A presença internacional e as parcerias de produto contextualizam esse universo da marca. Os números apresentados anteriormente pertencem às campanhas de conteúdo acompanhadas nos respectivos relatórios.

E quando um mesmo grupo tem públicos diferentes?

Esse é um desafio comum para empresas com várias marcas ou linhas de produtos. A estrutura empresarial pode ser compartilhada, mas cada proposta precisa encontrar sua própria maneira de chegar ao consumidor.

A experiência com Astra e Japi ajuda a ilustrar como essa diversidade pode ser trabalhada. A questão central é definir o papel de cada frente e escolher os criadores capazes de representá-la.

Três decisões orientam esse trabalho:

  1. Começar pela necessidade do público. Entender uma aplicação, descobrir uma solução e desejar uma peça são pontos de partida diferentes.

  2. Escolher criadores pela afinidade com a conversa. Conhecimento, linguagem e relação com a comunidade importam tanto quanto o tamanho da audiência.

  3. Medir conforme o objetivo. Visualizações, compartilhamentos, salvamentos, tráfego e procura comercial respondem a perguntas distintas.

A capacidade high-low da Fhits está em construir essas conexões entre diferentes faixas de consumo, mantendo atenção ao contexto de cada marca.

Perguntas frequentes

A Fhits trabalha apenas com marcas de luxo?

Não. A Fhits desenvolve estratégias de marketing de influência para diferentes segmentos de consumo. Os trabalhos apresentados em casa e construção incluem conteúdo de obra, soluções para o cotidiano, decoração, lifestyle e design autoral.

O que é marketing de influência para casa e construção?

É o uso estratégico de criadores para aproximar marcas e produtos de quem constrói, reforma, decora ou especifica projetos. Pode envolver demonstrações, explicações, transformações de ambientes e conteúdo de inspiração.

Como uma agência pode atuar do público AAA às classes C e D?

Com planejamento específico para cada contexto. Isso inclui entender necessidades, selecionar criadores com afinidade com o público e adequar linguagem, formato e proposta do conteúdo. A faixa de renda é um dos fatores considerados, junto com hábitos, interesses e momento de compra.

Uma mesma marca pode trabalhar com criadores de construção e de design?

Sim. Cada criador pode cumprir uma função dentro da estratégia. Um especialista pode explicar uma aplicação, enquanto um perfil de decoração apresenta possibilidades estéticas. A combinação precisa fazer sentido para o portfólio e os objetivos da marca.

Muitas visualizações significam mais vendas?

Visualizações demonstram circulação do conteúdo. Para avaliar vendas, é necessário acompanhar indicadores comerciais, como conversões, pedidos, contatos ou visitas às lojas, conforme a estrutura de mensuração da campanha.

Diferentes públicos, uma capacidade de conexão

Uma marca de casa e construção pode participar de muitos momentos: da primeira reforma à escolha de uma peça especial, da solução prática ao projeto autoral.

A Fhits reúne experiência para trabalhar essa amplitude, conectando marcas a criadores e comunidades com diferentes referências e possibilidades de consumo.

Para empresas que precisam conversar com públicos diversos, a estratégia começa por entender cada realidade — e encontrar a linguagem que faz o produto ganhar sentido dentro dela.